29 dezembro 2011

Two Realities

CAPITULO 6 – Tantas confusões

Congelei com aquelas palavras, porque é que ele tinha que vir? Virei-me lentamente, com o rosto inexpressivo.

- Não há nada a perdoar. Não te posso perdoar, porque não és nada na minha vida. E não se pode perdoar algo que não tem importancia na nossa vida. – Disse com a voz o mais gélida possivel.

- Não digas isso. – Implorou.

- Eu apenas digo a verdade. E agora se não te importas, tenho que mudar de roupa antes do treino. – Acabei abrindo a porta e fechando-a na sua cara. Respirou fundo, e fui mudar de roupa, afinal, um vestido não era o ideal para um treino. Só que há um problema… Eu só tenho saias e vestidos. Af… Peguei na sai mais adequada, se é que isso existe, e vestia. De seguida uma camisola preta com que eu me pudesse mexer facilmente. Coloquei a capa, e segui para a arena.

A casa estava cheia… Fui para o meio dos meus irmãos.

- Entao? Casa cheia… - Falei.

- Mesmo mana. – Concordou Jane.

- Vai ser interessante não achas Bells? – Perguntou Alec.

-Depende dos pares de batalha. Para nós tem que calhar alguem muito bom, se não vai ser cansativo.

- Nisso tens razão mana – Jane

- Yah – Alec. Nesse instante entrou Aro, Caiu e Marcus.

- Meus queridos obrigado por terem vindo… A nossa melhor lutadora, Bella. – Fez um gesto para que eu me aproximar. Fui lentamente. Ouvi uma rapariga da frente que falou:

- Ela é a vossa melhor lutadora? Não parece, é quase uma recém-nascida.

- Como te chamas? – Perguntei, virando-me para a rapariga.

- Zafrina. – Respondeu destemidamente, mas para mim continuava a ser uma rapariga.

- Queres que te prove que sou a melhor lutadora que tu provavelmente vais conhecer? Avança. – Fiz-lhe sinal para que viesse. Ela avançou destemidamente, para cima de mim. Dei-lhe um soco na cara, e ante que ela se recomponha já estava atras dela com uma mão no pescoço e os dentes a centimetros do pescoço dela. – Sou melhor que tu, como viste. Volta para a fila. – Larguei-a e voltei para junto dos meus mestres.

- Bem aqui vão praticar sem os vossos dons, quem os tiver claro, eu própria me certificarei que não os usam. De resto é so treinarem, e treinarem e treinarem, com vários adversários. Antes de começarem a formar pares quero informar que o nosso adversário é bastante poderoso assim como os seus aliados, os vossos dotes de luta são muito importantes, pois poderá existr alguem imune aos vossos dons mas, tambem terão de treinar o vosso dom ao limite. Bem, podem começar.

- Pares  - Gritou Felix. Primeiro encostei-me a parede a assitir as batalhas. Estabam tão absorta nas batalhas que nem dei conta de uma vampirinha muito irritante, que em tempos foi muito importante para mim.

- Bella. – Falou Alice.

- Sim. – Disse sem virar a cara.

- OH Bella! Desculpa! Não devia ter ido embora, não devia ter dado ouvidos ao idiota do meu irmão! Eu devia ter voltado! Eu estava para voltar mas eu tambem pensei que ias ficar melhor! Oh Bella peço-te tanta desculpa. Eu reconhe-ço que fui uma idiota! Mas não podes ficar xatiada comigo, eu durante este tempo todo estive a morrer por ter perdido uma grande amiga, mas acima de tudo uma irmã. – Por mais que ela chorasse, eu aprendi a técnica de ter o rosto inexpressivo. Virei-me para ela e falei:

- Numa coisa tens razão, foste idiota em ir embora, porque tu acima de toda a gente sabias o quabto voces eram importantes para mim, o quanto eu cria ser transformada, ser parte da vossa familia. – Depois com o olhar mais gélido que consegui obter a olhar para aquela anazinha que em tempos foi uma das coisas mais importantes para mim. – Não há nada a perdoar-te, a decisão não foi tua, foi de outra pessoa…Por isso para de te lamentar porque eu não estou xatiada contigo, só um bocadinho irritada.

- Oh Bella! Obrigado Obrigado Obrigado!!! – Ela dava saltinhos. – Eu prometo que nunca mias na vida te largo de vista! – Ela deu-me um grande abraço, e desta vez eu tive que retribuir.

- Mas vais ter de me largar de vista sim. – Afirmei, embora só a ideia me desse nauseas, era a verdade e precidava de ser dita.

- Como…Como assim Bella? – Respirei fundo, siente que todos os Cullen estavam agora a ouvir o que eu dizia.

- A minha familia são os Volturi agora Alice, em tempos foram vocês, mas agoram são eles. E eu vou manter a minha lealdade a eles. – Dizendo essas palavras virei-lhe costas e segui para algum sitiu longe de tantos olhares. Eu não precisava de treinar, logo não faria mal a niguem eu baldar-me hoje do treino.

Acabei por ir para o pátio atrá do castelo. Lá nenhum humano me viria e eu podia pensar um pouco.

Mas porque raio ter de ser dura com eles ainda me afeta tanto? Embora uma pardo do meu coração saiba a resposta, a outra parte diz que é uma estupidez e que penas devia continuar a minha vida como se eles não cá não estivessem.

Ouvi passos atrás de mim, virei-me imediatamente em posição de ataque. Depois relaxei ao entender que era Felix, ele era muito amigo do Demetri mas nem de longe me irritava como o Demetri. Eu até criei uma bas de amizade com o Felix.

- O que fazes aqui? – Perguntei.

- Vim ver como estavas Bella.

- Se não te importas gostava de estar um pouco sozinha. – Virei-lhe as costas e sentei-me encostada a uma das árvores do pátio. E ele segui-me sentando-se em cima dos ses joelhos a minha frente. – Pensi que  te tinha pedido para saires.

- Pois pedis-te mas Bella…há uma coisa que eu já te queria dizer desde que chegaste aqui em transformaçao.

- Esta não é a melhor altura – Retorqui.

- Pelo contrário é a melhor altura. Todos nós sabemos o que sofrestes por causa dos Cullen. Bella, quero que saibas que eu posso fazer-te esquecer o Cullen. Só tens de me deixar. – Ele apróximou-se um pouco mais. Poderia facilmente te-lo afastado a questão era que não queria.

- Felix eu realmento acho que não é boa ideia.

- Dá-me uma chance. Se eu não te conseguir fazer esquecer o Cullen, ou se não te fizer feliz, deixas-me e eu juro que não guardo ressentimentos nenhuns. – Ele ia-se aproximando mais e mais, até qu os nossos corpos quase se tocavam. Não sei o que me deu, mas a oferta dele tentava-me…

- Então anda sou toda tua. – Quando os seus lábios vieram ao encontro dos meus, eu tinha noção que só o estava a usar, mas neste momento não me interessava. Num segundo estavamos em pé e eu tinha as costas contra o tronco da árvore. Quase as suas mãos começaram a subir pelas minhas pernas a cima, que estam ao redor da sua cintura, eu parei e empurrei para trás.

- Não tão rápido. – Falei.

1 comentário:

O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
#Os insultos serão imediatemente eliminados#