20 fevereiro 2012

Blue Moon

Ultimo capitulo :(  já estou triste
Bem ainda temos o Epiligomo.
Quero que votem se deve haver continuação
Vemos-nos lá em baixo
CAPITULO XXII

Estamos preparados para o que der e vier, e eu estou pronta para usar os dons que consegui colunar. Eu sei foram poucos as mesmo assim basta-me tocar em alguém dos Volturi para ganhar um novo dom. Para alem que se me juntar a Tania e ao Alec pudemos coloca-los a todos nas nuvens.

O problema é a Jane, ela continua a ser irmã do Alec e ele não vai querer magoá-la mas eu continuo convencida que ele não nos vai trair.

Já os ouvíamos chegar, apertei a mão do Alec. ´´ Vai tudo correr bem ´´ coloquei na sua mente. Ele estava tenso dava para sentir, nem se moveu. Conseguia-mos ouvir os passos dos Volturi, viam lentamente para mostrar o seu poder.

E então chegaram. Tinha-mos combinado que iríamos fazer o Ian e a Tania passar por humanos até que eles se quisessem revelar. Eles até tinham feito com que o seu sangue parecesse humano aos narizes dos Volturi.

Senti mais do que vi o escudo da minha mãe a envolver-nos, mas estava ligeiramente diferente, conseguia distinguir um tom avermelhado no escudo. Não interessa, é útil.

- Meus caros, onde fomos nós parar? – Perguntou com um tom de tamanha falsidade que me fez querer saltar na garganta dele. – E se nos entregassem o que nos pertencesse e voltássemos para as nossas vidas como antigamente? – Pela primeira vez na vida não foi o Carlisle que falou, foi sim a Tania.

- Não á nada aqui que te pertença. – Falou avançado com o Ian atrás dela por entre nós. (Eles tinham ficado lá atrás como humanos indefesos). (N/A Os gémeos não brilham ao sol) Com um ar capaz de assustar toda a gente.

- Oh os meus queridos gémeos! – Exclamou.

- Não somos teus. – Rosnou Ian. Vi-o a analisar a guarda.

- Também vejo que os Cullen não tiveram força para vos transformar. – Falou Caius.

- Como vocês não mudaram nada. – Tania disse. – Sempre a julgar pela aparência. Não pensem que lá por não seres-mos como vocês não sejamos tão ou mais fortes.

- Minha querida e doce Tania. – Falou Aro. – Não vês que tu e o teu irmão vão levar este clã á ruína?

- Depois veremos, manda o teu clã atacar e vamos ver quem fica sem cabeça, e se eu sempre sou doce. - Falou




TANIA POV



Depois de falar recuei lentamente agarrando a mão do meu irmão que parecia hipnotizado, mesmo comigo a puxá-lo conseguimos parecer humanos a andar.

Vi a nébula da Jane tentar penetrar no escudo da Bella, mas obviamente não conseguiu. Aposto que se pudesse ficava vermelha de raiva. Bem-feita, bruxa.

- Não querem repensar a vossa posição, meus caros amigos? – Perguntou Aro.

- Não há nada a repensar Aro. Só queremos saber uma coisa. – Falei e depois de uma pausa continuei. – Onde está a rapariga, Alice, que tiraste a esta família?

- Isso sou eu que sei e tu nunca vai saber.

- Sim eu vou, quer seja a bem ou a mal. – Depois não me contive e mandei uma onda de poder para ele, fazendo todo o terreno percorrido ficar queimado. Todos se assustaram.

- Mana? – Perguntou Ian.

- Fala. – Mentalmente acrescentei, antes que a batalha comece.

- Acho que não posso combater contra a Jane. – Murmurou de maneira a só eu conseguir ouvir.

- Porque?

- Acho…acho que me apaixonei por ela. – Eu queria gritar, mas não podia então simplesmente limitei-me a desviar o olhar para a Jane, ela tinha o olhar fiquessado no meu irmão. Meu irmão! Respirei fundo.

- Não lutes com ela, se ela sentir o mesmo descobre-o antes que algum de nós a mate, tira-a daqui e se quiseres volta para lutar, se não volta se quiseres por mim, mas se não voltares fica a saber que não fico ressentida. – Esforcei-me por lhe dar um sorriso convincente. Até ia poupar dor ao Alec de ver a irmã ser morta.

Tudo aconteceu muito depressa, enquanto nós trocamos aquelas breves palavras a luta tinha-se desencadeado, passei por todos lentamente como humana, sabia que íamos vencer não precisava de me preocupar com os outros, a Bella afastava todos os vampiros enquanto o Edward e o Emmett arrancavam as suas cabeças, o Carlisle e a Esme faziam uma boa dupla na luta, o Rosalie estava a lutar mais o Jasper contra um dos anciões protegendo-se mutuamente. O Ian arrancava algumas cabeças com os seus poderes para continuar a fingir que era humano, a Nessie lutava em conjunto com os lobos protegendo toda a gente, mas agora estava na hora de fazermos o nosso trabalho… Fiz-lhe sinal com a cabeça e ela veio ter comigo, continuamos a avançar até estarmos a uns 15 metros do Aro.

- Minha querida, não vês que isto é uma tolice? O nosso querido amigo Eric faz-nos invencíveis.

- Ah sim? Só por ser alto e musculado? – Perguntei irritada.

- Não, ai minhas linda, ele anula todos os dons em breve a tua mãe vai ficar sem cabeça, sem o escudo dela…

- Nunca! – Gritei ela não ia passar pela mesma dor que eu, corri em velocidade vampiresca para onde vi o tal Eric, saltei para cima das suas costas, não tenho nenhum dom quantificável com vampira, apenas como bruxa por isso não me pode tirar nada. 

- Ouvi dizer que és famoso. – Segredei ao ouvido dele mordendo-lhe a orelha, arranquei-a. Antes que ele pudesse gritar tirei-lhe a cabeça ao mesmo tempo que saltava para fora das suas costas. Peguei-lhe fogo com um estalar de dedos e voltei-me outra vez para o Aro, desta vez andei rapidamente.

- Mais uma coisa que nunca terás Aro, a mim e ao meu irmão, dois vampiros diferentes.

- A tua colecção de vampiros com dons acaba hoje. – Falou a Nessie começando a avançar. Segurei-lhe no braço falta uma coisa.

- Um segundo Nessie. É preciso mais uma coisa. – Avancei para o Aro. – Quero saber porque mataste os meus pais. – Exigi.

- Eu avisei-os para me darem o que eu queria, sofreram as consequências. – Começou a rir.

- Odeio-te, espero que ardas no inferno! Os meus pais eram boas pessoas, melhor do que tu és ou foste, nunca, nem mesmo se o desejasse conseguirias chegar aos seus calcanhares. – Falei com as lágrimas nos olhos. Eu e a Nessie atacamos. Não sei como mas era mais forte do que o Aro, segurei-lhe a cabeça e os braços, enquanto a Nessie usava o dom dele contra ele. Mais tarde mostraria a todos o que vira, largou-o e ao mesmo tempo matámo-lo. Eu queimei-o. Voltamo-nos e a Nessie foi ajudar os outros enquanto eu ficava ali no meio a olhar… Já tinha acabado e não notei nenhuma baixa no nosso lado, consegui ver a Jane abraçada ao Alec e o Ian ao lado, parece que eles sempre se entenderam... na minha cabeça só pairava as palavras, tudo acabou finalmente, vinguei a morte dos meus pais.

Agora sou eu, o meu irmão e a Jane, só espero que não se arme em bruxa comigo. Senti uma mão no meu ombro e olhei para cima. Era o Carlisle.

- Estás bem Tania?

- Sim. Porque não haveria de estar?

- Pareces abalada. – Falou. Eu não pareço, estou, ironizei mentalmente.

- Eu estou bem, parece que tenho uma cunhada nova. – Disse sorrindo.

- Portaste bem… - Foi a única coisa que ouvi antes de ele se afastar. Ouvi mais do que eu vi, de repente a Bella estava a minha frente.

- Obrigado, se não fosses tu estaríamos todos mortos, e também salvaste a minha vida. – Depois começou a correr para ir ter com os outros, segui-os daqui a nada iremos resgatar aquela tal Alice, só iremos limpar os estragos.

- Mano! – Gritei. E corri o mais depressa que as minhas pernas permitiram, saltei para o colo dele e as lágrimas que tinham contido depois despedaçar a cabeça do Aro desceram pelos meus olhos. – Conseguimos, acabou. Finalmente.

- Acabou finalmente. – Lentamente soltei-o. Passei as mãos pelos olhas para retirar as lágrimas. – Mana? Já conheces a Jane?

- Não. Olá. – Falei, comecei a observá-la era pequenina, semelhante ao Alec excepto que tinha os cabelos loiros.

- Hum… Olá.

- A Jane é a minha companheira, espero que a trates bem mana. – Disse o meu querido irmão Ian. Revirei os olhos.

- Até parece que alguma vez me viste tratar mal alguém. Jane? Prazer em ter-te na minha família, mesmo que seja pequena.

- Obrigado. – Sorriu. Olhei para o Alec e não parecia muito satisfeito com a irmã ser companheira do meu irmão, bem não o censuro, também não estou muito contente. Mas ao mesmo tempo dava para notar que estava agradecido por não ter visto a irmã a ser morta.

- Gente! Temos que ir salvar a tia Alice! – Gritou Nessie e depois continuou. – Por isso e que tal nos darem uma ajuda?

- Okay mas isso é fácil. Ponham esses traseiros aqui. – Gritei também. Quando já estava ao meu lado o Ian avançou. Colocou uma mão no chão e ele abriu-se deitando todos os vestígios para dentro da terra de pois fechou-a.

- Pratico. – Disse. – Nessie mostra-nos o que viste. – Foi quase como uma ordem que o Ian deu, mas ninguém pareceu notar.

 Vimos tudo, mesmo o que era desinteressante até que chegou a parte dos nossos pais… não suportava ver aquilo, ver o que ele lhe fez… Caí no chão com as lágrimas a caírem livre pelo meu rosto. Conseguimos obter as informações sobre a localização da Alice, e iríamos para lá agora. Estava em pé antes que alguém notasse o que tinha acontecido.

- Vamos? – Perguntou Nessie.

- Sim. – Falamos todos e começamos a correr em direção ao sitio onde ela estava escondida. Corremos muito rápido, o mais possível. Conseguia ver pelo canto do olho o meu irmão e a Jane a conversar enquanto corríamos. Durante a viagem tive uma ideia e partilhei-a com o grupo. A Jane entraria e iria trazer a Alice para que os guardas não suspeitassem de nada. Depois quando elas cá estiverem, o Alec tira-lhes os sentidos e um de nós mata-os, eu queimo-os e o meu irmão encobre tudo.

Estávamos perto, já decidimos quem os ia matar era a Nessie pois queria vingar-se.

A Jane entrou, e nós aguardamos, quando ela saiu com a Alice nos braços os guardas caíram tipo bonecos no chão.

A Nessie arrancou-lhes a cabeça, e foi ter com a Alice. Eu encostei-me a uma arvore enquanto lhe chegavam animais para ela se satisfazer. Desviei os olhos as demonstrações de carinho. Não me apetecia ver logo, logo iríamos abandoná-los, acho eu. Já não sei se vai ser nós, ou eu. Fiquei triste o meu irmão ia-me abandonar?

- Ei moça. – Olhei para o lado e era o meu irmão.

- Que queres? Se me voltas a chamar moça vais ficar sem língua.

- Calma, era só para te dizer, que não te vou abandonar.

- E eu quero saber disse porque?

- Estavas preocupada com isso. Eu notei. – Deu me um sorriso que me deu vontade de o espancar. Mas não o diz apenas respirei fundo e olhei para a frente. E apenas tive tempo de ver um furacão a corre na minha direcção.

Alguém saltou para o meu colo, abraçando-me.

- Ai. – Queixei-me.

- Obrigado! Tania muito obrigado por ajudares a minha família. – Depois soltou-me. – Olá eu sou a Alice. – Era muito mais pequenina que eu, com o cabelo espetado, uns olhos grandes e dourados, era possível que passasse por criança. – Tens bom gosto, vamos dar-nos bem. – Depois aos saltinhos, literalmente, foi ter com o Jasper. Íamos voltar para casa dos Cullen, agora mesmo. Já não estávamos com pressa por isso, não corremos tão depressa. Estava cansada, fisicamente mas também psicologicamente. Foi um dia difícil… Já nem sei o que pensar… estou confusa…

E assim fomos correndo, não sei porque mas sempre que desviava o olhar para a Alice, ela olhava-me de forma esquisita, desta vez fiquei cá atrás sossegada enquanto eles corriam.

Será que eu durmo? Tenho sono.

Quando dei por mim já estávamos a porta de casa, ando mesmo perdida nos meus pensamentos. E agora? Vou pegar nos meus trapos e sair.

- As metades vão dormir. – Ouvi o Carlisle dizer. – Hum… Vocês dormem? – Perguntou a mim e ao Ian.

- Não sei. – Falamos ao mesmo tempo. Depois rimos. (Obviamente)

- Bem vão para o vosso quarto e se quiserem durmam. Todos precisamos de descansar. Amanha, cuidamos do que falta. – Eu entendi o que ele estava a dizer... Foi a maneira simpática de dizer amanha cuidamos de vos tirar daqui. Não esperei e subi rapidamente para o meu quarto. Tomei um rápido banho e deitei-me na cama. Adormeci. Quando acordei ainda o sol estava a nascer. Espreguicei-me e fui para a casa de banho. É o meu último dia aqui. Ou melhor as minhas ultimas horas aqui. Passei o champô pelos meus cabelos, lentamente, teu com preguiça. Quando acabei enrolei uma toalha a minha volta. E fui escolher a roupa, a maquilhagem… (Link: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=44025409)

Um bocadinho diferente do que costumas usar não Tania? Perguntei a mim mesma.

Juntei as minhas roupas todas num saco e encolhi-o, estou mesmo preparada para sair desta casa?

Tenho que estar…

Abri a porta e desci.

- Olá! – Falei sentando-me no sofá. Passado um bocado desceu o meu irmão e sentou-se ao meu lado. – Estás todo despenteado Ian. – Resmunguei de maneira a só ele ouvir.

- E? Desde quando te interessas com a aparência?

- Eu gosto de estar bonita, toda a gente gosta. Mas não julgo pela aparência.

- Eu sei, estava na brincadeira, a minha maninha agora leva tudo a mal. – Sorriu na brincadeira.

- Ta calado e cala-te Ian. – Ele deitou a cabeça no meu colo e instantaneamente comecei a passar os dedos pelos seus cabelos. Entrou a Jane e o Alec, devem ter ido caçar, também se sentaram.

- Acho que temos muito que falar. – Começou o Carlisle. – E alguns assuntos a resolver…



ALEC POV



Eu e a Jane vamos caçar. Ela vai caçar, concordou na nossa dieta. Não me sai da cabeça que faltava alguém na batalha, mas pouco me importa se não descer agora a Jane vai me arrancar a cabeça.

Desci e fomos em passo um pouco mais rápido que o humano até a floresta. Ela foi agarrada a mim.

- Se me apertas mais ainda me vais partir em dois. – Disse.

- Era bem feito, por me teres abandonado. – Respondeu. – Sabias que eu acreditaria em ti, acima de tudo.

- Por acaso não sabia. Tu eras louca pelo Aro, podias muito bem ter-te virado contra mim.

- Sabes tão bem quanto eu que não era capaz disso. Estas acima de qualquer pessoa.

- Mesmo por cima do Ian?

- ALEC! Tu estás com ciúmes?

- Não.

- Estás sim! E não tens porquê, de estar assim. Ele é meu companheiro, tu és meu irmão, são ambos importantes para mim.

- Mas ele é mais… Porque é que tinhas de o escolher a ele?

- Não fui eu que escolhi, e são ambos igualmente importantes para mim.

- Ta bem, vai caçar para voltarmos para casa.

- Só mais uma coisa, acreditas mesmo que os Cullen nos vão aceitar como um deles?

- Sim.

Depois de caçarmos e de conversarmos, estávamos prontos para voltar para casa.

- Alec?

- Diz.

- És mesmo renegado.

- Pois sou, mas tu adoras-me assim. – Chegamos a casa e entramos, estava quase toda a gente sentada nos sofás, sentamo-nos também.

Olhei para a Tania, passava as mãos pelo cabelo do irmão e olhava o vazio. Depois reparei na sua roupa. Usava uns shorts muito curtos, que mostravam as suas pernas, a camisola mostrava a barriga dela, completamente lisa.

- Alec! Acorda.

- Desculpa, diz Jane. – Murmurei também.

- Presta atenção.

- Gostava de saber se vocês querem ficar connosco. – Perguntou-nos Carlisle.

- Sim. – Disse e depois olhei para a minha irmã.

- Hum… E o Ian? – Deu me uma raiva que a minha irmã se importasse que ele ficasse cá.

- Será bem-vindo se quiser ficar. – Falou a Alice

- Obviamente. – Concordou Carlisle.

- Não posso deixar a minha irmã. - Falou

- Então está decidido! Ficam todos! – Gritou Alice. – Temos que fazer uma festa de boas-vindas. – Depois correu dali para fora, provavelmente para começar a preparar a festa.

- Parece que está decidido. – Disse Carlisle.

- Não tenho voto na matéria. – Resmungou Tania.

- Não. – Falou Ian ao mesmo tempo que a Alice, que apareceu nesse mesmo instante.

- Okay. – Resmungou.

- A festa vai estar pronta logo a noite, por isso vocês os quatro vão estar fora o dia todo. – Falou Alice enquanto nos empurrava aos quatro para fora de casa.



NESSIE POV



O Jacob, o meu pai e a minha mãe estão estranhos hoje, mais do que o normal.

E agora vão me expulsar de casa com o tio Emmett, a fazer-me companhia.

ARG… Quero saber o que se passa, ainda por cima a mãe colocou o escudo em toda a gente.

AF…

TANIA POV



Odeio festas, principalmente esta. Não posso dizer que não queria ficar com eles, mas, prontos.

- O que vamos fazer? – Perguntei.

- Não sei. – Foi a resposta de toda a gente.

- Tania? – Chamou Ian.

- Que foi? – Resmunguei.

- Tive uma ideia. Eu e a Jane vamos dar uma volta, e tu ficas com o Alec, estamos a dar a oportunidade.

- A OPORTUNIDADE DE QUÊ?!

- De deixarem de ser renegados. – Agarrou na mão da Jane e começaram a correr, ele era mais rápido que eu, mas eu era mais forte. Agarrei numa árvore e mandei-lha a cabeça, e escutei a árvore a desfazer-se na cabeça do meu querido irmão.

- Idiota. – Resmunguei. Ouvi o barulho do meu telemóvel a receber uma mensagem, (N/A: foi uma das coisas que ela não disse que comprou) tirei-o do bolso de trás do shots e era do Ian.

Mensagem:

                        Não te aproximes da cidade ainda causas um ataque cardíaco a algum homem.



                        P.S Quando poder-mos ir para casa manda-me um SMS. Bjs.

Eu vou matá-lo muito lentamente. Guardei o telemóvel e falei:

- Fomos abandonados.

- Já reparei. – Falou.

- O que queres fazer? Tudo o que não envolva ir para a cidade. - Resmunguei

- Porque? Tanto faz.

- Segundo o meu querido irmão se eu for para a cidade vou causar um ataque cardíaco aos homens por quem eu passar. – Resmunguei. Saltei para um ramo e sentei-me. Passado uns segundos o Alec subiu também.

- Não posso dizer que o teu irmão não tenha razão.

- O que queres dizer com isso?

- Nada.

- Ainda bem. – Resmunguei, estou mesmo com bad mood. – Desculpa, estou com bad mood hoje.

- Não tem importância. Vou descer não me sinto seguro aqui. – Riu-se e desceu. Respirei fundo e desci também. Sentei-me encostada á árvore, ele sentou-se ao meu lado.

- És vampiro á quanto tempo?

- 800 Anos. Porque perguntas? – Ignorei a pergunta dele.

- Então não dormes á 800 anos?

- Sim, porque perguntas?

- E gostavas de dormir pelo menos durante umas horas?

- Sim…

- Se quiseres eu consigo-te por a dormir durante umas horas.

- Eu adorava, não imaginas quantas vezes eu quis conseguir dormir.

- Fixe, assim também durmo, um bocado e fazemos tempo para a festa. – Fiz aparecer um lençol que coloquei no sítio onde nos íamos deitar, e umas travesseiras.

- Tens de me ensinar a fazer isso.

- Okay, depois. – Deitei-me e coloquei um lençol por cima de mim. – Deita aqui. – Bati com a mão no lugar ao lado do meu. Ele deitou-se ainda um bocadinho desconfiado. Cobri-o com outro cobertor embora ele não tivesse frio, (nem eu mas prontos).

- Isto vai resultar?

- Sim eu fi-lo ao meu irmão quando ainda éramos como tu. Mas tens de fazer o que eu disser.

- Okay. – Concordou.

- Fecha os olhos. – Ordenei, e ele assim o fez, respirei fundo. Já fizeste isto uma vez não custa fazer outra. – Descontrai. O cheiro do meu sangue incomoda-te?

- Não.

Coloquei a cabeça dele na cavidade do meu pescoço, de maneira a que o seu nariz ficasse encostado a jugular do pescoço. A proximidade da sua temperatura fez-me pele de galinha, e enviou pequenos choques pelo meu corpo, não entendi o porque, talvez por ele também ser bruxo, e não ser do meu sangue. De repente ele enrijeceu, ficando sem respirar sem fazer o mínimo movimento.

- Desconfortável? – Perguntei.

- Não. – Falou mantendo os olhos fechados. Lentamente voltou a respirar, mas o corpo continuava um pouco rijo.

- Descontrai. – Com algum esforço, fez o que eu pedi. Coloquei uma mão de cada lado da sua cara e deixei o poder sair através do toque, era preciso que ele estivesse assim tão perto para que nada corresse mal, não o queria matar, ou adormecer para sempre… Senti o corpo dele relaxar, e a sua respiração mostrou que ele estava a dormir. Não queria soltá-lo mas alguém podia passar e ver, ou ele podia acordar e ver-nos assim. Só á uma coisa que eu quero fazer já que ele está a dormir, e pode ser a minha única oportunidade. Devagarinho passei as mãos pelo seu cabelo, liso. Era sedoso, macio… A serio, eu tenho uma tara qualquer com cabelos. Passo a vida com as mãos no cabelo do meu irmão e agora quis mexer no do Alec. Acho que estou a ficar mais maluca do que é costume.

Devagar, agarrei no Alec e deitei-o com a cabeça na almofada. Parece um bebe a dormir, que fofo.

Virei as costas para ele e fechei os olhos. Mas demorou muito até que o sono viesse 

 

ALEC POV



Quando ela me disse que me podia por a dormir, eu fiquei capaz de a agarrar e beijar, não sei a quantos séculos desejo poder dormir mesmo que seja só por umas horas.

Estava desconfiado mas deitei-me ao lado, cobriu-me com um cobertor, embora nenhum de nós tivesse frio

- Isto vai resultar?

- Sim eu fi-lo ao meu irmão quando ainda éramos como tu. Mas tens de fazer o que eu disser. – Oh eu sei! Eu vi. Mas em vês de dizer isso disse isto:

- Okay.

- Fecha os olhos. – Ordenou, e eu fi-lo. Ouvia respirar fundo.

– Descontrai. O cheiro do meu sangue incomoda-te? – Sim! Mas não o disse porque não era do seu sangue. Descontraí.

- Não. – Respondi com os olhos fechados.

Colocou a minha cabeça na cavidade do seu pescoço, de maneira a que o meu nariz ficasse encostado a jugular do seu pescoço. A proximidade fez com que pequenos choques percorressem o meu corpo. Fiquei rijo, sem respirar. Completamente imóvel, para que ela não entendesse o que se passava.

- Desconfortável? – Não, apenas esquisito.

- Não. – Falei mantendo os olhos fechados.

- Descontrai. – Com algum esforço, fiz o que ela pediu. Colocou uma mão de cada lado da minha cara. A minha vontade foi colocar as mãos no corpo dela, por isso entrelacei-as atrás das costas. O meu corpo relaxou, e a ultima coisa que fiz antes de cair na sonolência foi respirar fundo.



IAN POV



Eu e a Jane estamos camuflados e escondidos em cima de uma árvore a observa-los, a minha irmã e ao Alec.

Embora a Jane esteja na boua, eu não estou. Apetece-me descer e arrancar a cabeça dele, por ter tocado na minha irmã.

- Vamos Ian, já viste que eles estão bem. E que o meu irmão não quer violar a Tania. – Depois riu-se. Agarrou-me na mão e puxou-me para baixo, fomos nos afastando sem fazer baralho e de mãos dadas.

- Entendes que se ele não fosse teu irmão estava sem cabeça?

- Sim. És demasiado protector Ian, a mim não me pareceu que eles estivessem apaixonados.

- Mesmo assim foi má ideia tê-los deixado sozinhos. – Resmunguei.

- Mas eu também quero algum tempo só contigo.



TANIA POV



Acordei e estava deitada sozinha, já era tarde e já devia, puder voltar para casa. Levantei-me e dei de caras com o Ian e a Jane.

- Olá. Já pudemos voltar para casa? – Perguntei.

- Tu não vais voltar.

- O que estás a dizer Ian?

- Vais ficar por aqui. Não voltas.

- Não estou a perceber nada do que estás para aí a dizer Ian.

- Achas mesmo que ias sair sem nenhum arranhou de uma luta com o Volturi? – Falou Jane. – Vais ficar aqui. Morta pelo teu irmão.

- Não, Ian. – Olhei para ele com desespero.

- Sim. – Comecei a correr, eles perseguiram-me. Tropecei num ramo e eles conseguiram ultrapassar-me.

- Não! Parem. – Gritei o Ian agarrou-me, e a Jane avançou para cima de mim.

Acordei sobressaltada e com as lágrimas a cair livremente pelo meu rosto. Foi só um sonho, só um sonho. Olhei para o lado e o Alec ainda dormia como um bebe. Acho que não pensei, apenas sabia que precisava de protecção e o ponto mais perto era o Alec. Deitei a cabeça em cima do seu peito, abracei-o. Comecei a soluçar, apertei-o mais e ele colocou os braços a minha volta. Aquele gesto, recordou-me quando eu e o Ian dormia-mos nas cavernas nos arredores de Volterra. O que me fez chorar mais, nem pensei na maquilhagem. Apenas em não acordá-lo, ninguém podia ver esta Tania. Soluçando baixinho, adormeci.



ALEC POV



Quando acordei estava de barriga para cima com a cabeça da Tania no meu peito, os braços dela a minha volta e os meus braços á volta dela.

Como? Não me lembro de ter adormecido assim. Não a posso acordar é falta de educação. E não estou propriamente a queixar-me. Os cobertores que ela tinha usado para nos cobrir estavam caídos de cada lado do lençol em que nós estamos deitados. Acho que se me esforçar um bocado consigo voltar adormecer. Sim continuo a ser electrocutado, mas não me importo, deve ser uma coisa qualquer de bruxos.

Com cuidado, para não a acordar, levantei-me ligeiramente para puder voltar a admirá-la. Posso não estar apaixonado por ela, mas sou homem e ela é muito bonita. Admiro a sua beleza como admiro a beleza de outras vampiras e humanas.

Olhei para o sol, deve estar a ficar de tarde. Pouco interessa, só pudemos estar em casa á noite. Olhei para a Tania.

Parece um anjo a dormir, ela é realmente bonita, passei a mão por entre os cabelos cacheados dela, o cabelo chega-lhe ao fim das costas.

Tem uma estatura acima da média deve ter cerca de um metro e setenta. Obviamente é pálida, mas já não é como eu, tem um leve tom rosado na pele. Tem a cara oval, com uns lábios carnudos, um nariz que parece que foi esculpido e uns olhos grandes e de um verde muito bonito. As pestanas são longas e emolduram os seus olhos.

Depois o seu corpo… Parece esculpido, da camisola consegue-se ver os abdominais trabalhados, mas não demasiado. A barrigada lisa, as pernas compridas, as mãos finas, os braços compridos. Sim, já reparei também nas outras partes. Ela tem uns seios bem-feitos, do tamanho ideal. O traseiro é bem feito e do tamanho ideal. Pousei os olhos nas suas faces, e reparei num pormenor que antes não tinha reparado, ela tinha a maquilhagem dos olhos esborratada. E os olhos ligeiramente vermelhos e inchados. Esteve a chorar. Passei o polegar pela pálpebra dela, ela murmurou qualquer coisa incompreensível e escondeu a cara. Voltei a passar a mão pelos seus cabelos e adormeci.

Voltei a acordar umas horas, poucas, mais tarde. A Tânia mexia-se de um lado para o outro nos meus braços, tinha uma cara de dor, deve estar a ter um pesadelo. Chorava muito e cada vez se mexia mais, tentando-se proteger do perigo do seu sonho, colocou as mãos a tapar-lhe a cara.

Tentei soltá-la mas ela agarrou-me, com muita força. Esta mulher tem força. Okay…

Pus as minhas mãos na terra e impulsionei-me para ficar sentado. Consegui, quase fiquei sem corpo mas consegui. Puxei-a para o meu colo, como se fosse um bebe, ela ainda chorava, e tremia muito. Tinha os olhos fechados com muita força, questionei-me se já não estaria acordada.

- Tania. – Chamei com cuidado. Nada. – Tania acorda. É só um sonho mau. – Disse suavemente. Lentamente observei que ela estava a acordar, mas não parava de chorar. Olhou para mim com os seus olhos verdes cheios de lágrimas. Parecia uma criança. – Shh… Calma... Ninguém te vai magoar. – Assegurei, embalando-a.

- Ele quer me matar. – Soluçou.

- Quem?

- O-O – Os soluços não a deixavam falar direito. – O Ina e a Jnea – Ao início não entendi o que ela disse, mas depois de pensar uns segundos entendi.

- Não querem não. Foi só um sonho, sossega. – Tentei acalmá-la.

- Tu vais sair para os ir buscar, eles vão aparecer, perseguir-me. Depois o Ian vai me prender e a Jane arranca-me a cabeça. – Voltou a soluçar. – NÃO ME DEIXES. NÃO DEIXES QUE ELES ME MATEM! – Implorou. Agarrou-me a camisola, com desespero. – Por favor. – Puxei-a contra mim, tentando mostrar que estava segura, mas não pareceu adiantar de muito. Partia-me o coração vê-la assim por causa de um sonho.

- Eu não deixo. Calma. – Voltei a embala-la. Os soluços dela abrandaram mas não pararam. Ela passou os braços por volta dos seus joelhos e encostou a cabeça no meu ombro e enterrou o nariz no meu pescoço. Com cuidado rodeei o seu corpo com os meus braços, e puxei-a para mim.

- Shh… Calma… Eu estou aqui, não saio daqui. – Assegurei. Senti os lábios dela no meu pescoço.

- O-Obrigado. – Disse.                                                                                                                                                                                                                                                                                                          

- Não tem importância. – Falei. – Descansa. Vais ver que depois de descansares vai perceber que é tudo uma parvoíce.

- És um bom amigo. – Sussurrou, e mais uma vez depositou um beijo no meu pescoço. Aninhei-a contra o meu peito, retirando a sua cabeça do meu pescoço. Apoiei o meu queixo no topo da sua cabeça. Vai ser uma tarde longa… O efeito do feitiço dela já passou, logo não posso dormir. A Tania também não esta a dormir, apenas a descansar. Queria, puder retirar-lhe o sofrimento todo, mas infelizmente não sei fazer isso. Enfiei a cara no cabelo dela e respirei fundo. Ela já estava mais calma, ainda tremia um bocado mas já não soluçava. Ouvi um barulho e antes que pudesse levantar a cabeça ouvi:

- MAS QUE RAIO?! LARGA JÁ A MINHA IRMÃ! – Levantei a cabeça e vi o Ian e a minha irmã, ele deitava fumo pelas orelhas. Levantei-me num salto, com o susto a Tania escondeu-se atrás de mim, e voltou a tremer quando viu que eram eles. – O QUE É QUE FIZESTE A MINHA IRMÃ?! – Gritou. A Tania tentava-se esconder atrás de mim, em pânico.

- Ian acalma-te – Falou Jane.

- VAIS FICAR SEM CABEÇA! – Ameaçou. A Tania começou a chorar baixinho.

- E se te acalmasses e perguntasses o que se passa? – Questionei.

- EU, NÃO PRECISO DE ME ACALMAR.

- Só a estás a assustar mais. Ou ainda não reparaste que a cada palavra que dizes ela se esconde mais?

- E O QUE É QUE LHE FIZESTE PARA ELA TER MEDO DE MIM?

- Nada, ela teve um pesadelo. – Ele pareceu voltar a realidade.

- Mana? Calma, foi só um sonho mau. – Ela olhou para ele, avaliando-o. Depois deu um passo pequenino para a frente. – Não te vou fazer mal.

- Queres-me matar? – Perguntou ela.

- Claro que não! Nunca na vida. – Deu um passo para a frente. Devagarinho conseguiram ir se juntando.

Demorou muito mas a Tania voltou ao normal. A rapariga alegre e sem medos que costuma ser. Ela agradeceu-me por a ter ajudado. Recebemos um SMS a dizer para irmos para casa. Chegamos perto de casa e os nossos olhos foram tapados.

Depois de tomar banho, vestir o smoking que estava em cima da minha cama, desci. Passado uma hora, sem exagero, apareceu a Esme com um vestido simples, desceu as escada e logo o Carlisle apareceu para a acompanhar

(link do vestido da Esme: http://www.polyvore.com/cgi/set?id=44096116?)

De seguida desceu a Rosalie com um vestido mais trabalhado e justo ao corpo.


Depois desceu a Bella, o vestido era azul, simples mas ficava-lhe bem.


A minha irmã desceu de seguida, com um vestido vermelho sangue.


A Nessie desceu a seguir, com um belo vestido cor-de-rosa, que a tornava mais bela do que ela já é.


A Alice desceu de seguida, com um vestido azul esverdeado, que a tornava mais alta.


Por exclusão de partes eu acompanharia a Tania, mas o que eu não contava era que o meu queixo caísse ao chão quando a visse, ela estava a usar um lindo vestido preto, simples e justo ao corpo, ficava a meio da coxa. Como sempre havia o toque de sobrenatural, com um colar de morcego.


Conduzi-a á pista de dança. Inclinei-me e beijei a mão.

- Dá-me a honra desta dança? – Pelo canto do olho vi o Ian fuzilar-me com o olhar, mas pouco me importou, afinal, não me vou casar com ela, só o tenho de aturar com a minha irmã.

- Claro. – Sorriu, nesse instante começou a tocar uma música lenta. Olhei para ela mas ela apenas sorriu. Ela colocou os braços á volta do meu pescoço, e eu com o pouco de medo, coloquei as mãos na cintura dela. Estava praticamente da minha altura com os saltos altos, o que fazia com que pudesse olhar directamente nos seus olhos. – Sabes. -Sussurrou. – Tenho muito que te agradecer.

- Não tens nada.

- Tenho sim, não sei o que teria sido de mim, sem ti hoje de tarde. – Sussurrou.

- Fizeste algo muito melhor por mim, deste-me a oportunidade de dormir. – Sorri e ela corou, que fofa.

- Não quero saber. Ajudas-te muito, devo-te uma.



TANIA POV



- A serio? – Resmunguei. Sou praticamente a única que vai de vestido justo (a Rosalie não conta).

- Sem reclamar menina Tania. – Disse Alice.

- Já todas nós tivemos que suportar a Alice, vais ter de aguentar. – Falou a Nessie.

- Af… - Sentei-me na cadeira amuada. - Ta bem. – Estavam todas muito bonitas, no meio delas eu devo parecer um palhaço. Já estavam todas prontas. Eu estava a espera que a Alice acabasse de me arranjar o cabelo. Parecia estar complicado, ele estava muito comprido (mas também não o vou cortar), ela fazia penteado, depois desfazia, voltava a fazer.

- Deixa-o solto. – Disse a Nessie. Sorri para ela.

- Nem penses, ninguém que passe pelas minhas mãos vai tão simples assim, para uma festa.

- Alice só, vamos estar nós e os lobos. – Bella.

- A beleza tem que ser constante, já devias de saber disso, Bella.

- Quando a Alice põe alguma coisa na cabeça, não há nada que a tire. – Falou Bella. Finalmente ela pareceu contente com o resultado, prendeu o cabelo no cimo da minha cabeça de maneira a que os caracóis caíssem livremente nas minhas costas, e emoldurassem o meu rosto.

- Perfeito. – Murmurou.

- Obrigado. – Agradeci. Estava realmente bonita. Esquecendo que o vestido é diferente de todos os outros, até me fica bem. Não sou perfeita, mas tenho que admitir que a transformação até me favoreceu.

- Quando quiseres desce. – Disse a Alice e depois desapareceu. Eu desço quando ganhar coragem, pensei ironicamente.

Se não aparecer quais são as probabilidades de alguém dar pela minha falta? Ah pois… Lembrei-me que a Alice disse que vamos ter alguém á nossa espera no fundo das escadas… Hum… O meu irmão vai me levar a mim ou a Jane?

Bella – Edward.

Rosalie – Emmett.

Esme – Carlisle.

Alice – Jasper.

Nessie – Jacob.

Jane – Ian (Aposto)

Eu – Alec… A não ser que o Ian, ciumento com ele é, deixe a Jane ficar com o irmão e me acompanhe, mas duvido.

Segui para a porta, cheguei perto das escadas, e vi o Alec á espera. Esta lindo com aquele smoking. Desci e ele acompanhou-me á pista de dança, depois segurou a minha e beijou-a

- Dá-me a honra desta dança? – Perguntou. Vi o Ian fuzilar o Alec e sorri-lhe. Também tenho direito a divertir-me com um amigo, meu, e ver o meu irmão chateado é lindo.

- Claro. – Sorri, nesse instante começou a tocar Someone Like You. Sorri e coloquei os braços á volta do seu pescoço, ele colocou as mãos na minha cintura. Estava praticamente da altura dele com os saltos altos, o que fazia com que pudesse olhar directamente nos seus olhos.

 – Sabes. - Comecei. – Tenho muito que te agradecer.

- Não tens nada. – Falou imediatamente.

- Tenho sim, não sei o que teria sido de mim, sem ti hoje de tarde. – Sussurrei.

- Fizeste algo muito melhor por mim, deste-me a oportunidade de dormir. – Deu-me um sorriso, e eu corei.

- Não quero saber. Ajudas-te muito, devo-te uma. – Falei determinada.

- Oh eu raio, és mesmo teimosa. – Sorri quando ele disse aquilo.

- Ainda não me conheces.

- Parece que não. – Estava tão entretida que nem reparei que os nossos corpos estavam juntos, os meus braços estavam no seu pescoço, e os dele na minha cintura. Como é que não reparei naquilo? Pouco importa agora, se me separasse dele ia perceber que se passava alguma coisa, e eu não quero que ele pense que sou mais estranha do que já pensa. Quem nos visse diria que somos namorados.

Fomos dançando ao som da música, ou melhor mexendo-nos de um lado para o outro, não sou lá muito boa dançarina, e não queria correr o risco de lhe partir um osso.

O Alec olhava para alem de mim, e olhava para o meu irmão, ele tinha os olhos pregados no Alec. Dei-lhe a língua. E ele começou a falar comigo por telepatia:

Ian -´´ Vou-lhe arrancar a cabeça ´´

Eu - ´´ Calma, relax mano. ´´

Ian - ´´ Então larga-o ´´ - Rosnou em pensamentos. Para o chatear, aproximei-me mais. E o Ian rosnou.

Eu - ´´ Calma, mano. És protector de mais, e que tal te concentrares na tua companhia? ´´

Ian - ´´ Ele que te largue. ´´

Eu - ´´ Não querias que deixássemos de ser renegados? ´´ - Provoquei.

Ian - ´´ Não. ´´

Eu - ´´ É só uma música ´´

Ian - ´´ A próxima vais dançar comigo. ´´

Eu - ´´ Um cavalheiro convida, não exige. ´´

Ian - ´´ Ninguém disse que eu sou um cavalheiro. ´´

Eu - ´´ Vou pensar na tua proposta. ´´

- Estás a falar com o Ian? – Perguntou Alec.

- Como percebeste? – Ele deu nos ombros.

- Estavas muito concentrada, e ele também.

- Ele quer dançar comigo a seguir… - Murmurei.

- …e arrancar-me a cabeça. – Depois olhou para mim. - Aposto. – Olhei para ele, confusa.

- Lês mentes agora?

- Não, mas a cara dele diz tudo. – Começou-se a rir.

- Ele é maluco. – Também me ri. A música acabou, e o meu irmão apareceu. Estendeu-me a mão. Larguei o Alec, e fui com o Ian, ele levou-me quase para o outro lado da sala. Olhei para ele, furiosa. Começamos a dançar, a música era mais rápida, mas continuava num ritmo lento. – Sabes que estás a ser idiota?

- Não. Estou apenas a proteger a minha maninha.

- Por amor de deus, Ian! Sou uma vampira, com um lado de bruxa. Achas que preciso de protecção? Ainda por cima estás a proteger-me de um amigo meu!

- Amigo, pois… - Disse ironicamente.

- Sim amigo! Sinceramente. FUCK YOU.

- Não me interessa o que digas, se ele te volta a tocar, fica sem cabeça. – Ameaçou.

- Não eras capaz.

- Testa-me então. – Fiquei calada. Não sei se o quanto a serio está a falar o meu irmão.

Estava capaz de lhe partir o pescoço, mas apenas olhei para ele. Ficamos a encarar-nos durante a o resto da música. Quando terminou, larguei-o bruscamente, livrei-me dos seus braços e saí. Encostei-me a parede, com os braços cruzados a olhar furiosamente para toda agente.

Interromperam a música a meio. Desviei os olhos para o sitio onde estava o Jacob e a Nessie.



NESSIE POV



O Jacob chamou-me para o meio da pista de dança, e eu fui. A música parou, e veio toda a gente juntar-se a nós.

O Jacob olhou para os meus pais, depois tirou uma caixinha do bolso, ajoelhou-se e abriu-a.

- És a minha vida, andava perdido, no mundo até to nasceres, Renesmee Carlie Swan Cullen, aceitas casar comigo? – Fiquei sem palavras, as lágrimas caíram pelo meu rosto.


- SIM CLARO! – Ele colocou o anel no meu dedo e levantou-se. Eu abracei-o e beijei-o. – Eu amo-te.

- Eu amo mais. – Sussurrou contra os meus lábios. – Soltei-o e virei-me para os meus pais.

- Vocês sabiam disto?

- Claro. – Falaram.

- Parabéns princesa. – Disse o meu pai e abraçou-me. – É melhor que cuides bem da minha filhinha ou ficas sem patas. – O meu pai ameaçou o Jacob e eu ri.

- Parabéns querida. – Disse a minha mãe e abraçou-me.

Depois de muitos parabéns. A festa continuou. E eu continuei a dançar agarrada ao meu noivo.



TANIA POV



Depois de dares os parabéns á Nessie, voltei para o meu lugar encostado á parede.

- O teu irmão proibiu-te de dançares? – Falou o Alec.

- Basicamente. – Resmunguei. Voltei fulminar o Ian com os olhos.

- E vais obedecer? Nunca pensei que obedeces ao teu irmão.

- Não quero que ele arranque a cabeça a ninguém.

- Estás preocupada comigo? – Riu-se.

- Não. Com a tua irmã.

- Com a minha irmã?

- Sim, ela sofria se o Ian te arrancasse a cabeça. – Não ouvi mais nada comecei a falar com o Ian.

Eu - ´´ Obrigado, estragaste-me a festa. ´´

Ian - ´´ Há mais gente com quem podes dançar ´´

Eu - ´´ Não toda a gente tem o seu par ´´

Ian - ´´ Eu não disse que não podias dançar com ele, apenas que se ele te tocasse ficava sem cabeça ´´

Eu - ´´ Ajuda muito. Quando é que vais meter na cabeça que somos só amigos? Ele só me vê como uma amiga e eu só o vejo como um amigo. ´´

Ian - ´´ Dança com ele. Mas não prometo nada. ´´

Eu - ´´ Desembucha as regras ´´

Ian - ´´ Quero 10 cm de distância entre vocês os dois, nada das mãos dele no teu corpo. E…´´

Eu - ´´ Ainda á mais? ´´

Ian - ´´ Acho que não, apenas mantêm a tua mente aberta ´´ - Revirei os olhos

- Estavam a discutir? – Perguntou Alec.

- Mais ou menos.

- Então sempre podes dançar?

- Yah, mas o Ian colocou regras. – Revirei os olhos

- E quais são?

- Tenho que estar a 10 cm de-da pessoa com quem dançar. E essa pessoa só me pode tocar nas mãos. – Voltei a revirar os olhos. – Idiota. – Murmurei. O Alec estendeu-me a mão.

- A menina dança? – Perguntou, antes que pudesse responder que não, ele pegou na minha mão e conduziu-me a pista de dança, podia ter-me soltado facilmente, sou mais forte que ele, mas as minhas forças falharam, graças aos choques percorreram o meu corpo.

- A serio Alec, larga-me. Eu não vou obedecer ao Ian. – Falei frustrada.

- Então não obedeças, dança comigo.

- Não. – Soltei a minha mão da dele.

- Por favor? – Pediu. Estávamos num canto quase remoto da pista dança, logo ninguém reparou no que se passava.

- Não. – Virei costas para sair, mas ele agarrou a minha mão e puxou-me contra ele. Fiquei completamente encostada a ele, com as mãos no sei peito. As nossas caras estavam tão perto que conseguia sentir a sua respiração, os nossos lábios apenas a uns centímetros de distância. – Solta-me. – Sussurrei.

- Tania? – Ouvi o meu irmão chamar



ALEC POV



Bem foi inesperado o pedido do Jacob, mas fiquei contente pela Nessie. Depois de lhe dar os parabéns vi, a Tania encostada á parede outra vez, fui ter com ela.

Depois de dares os parabéns á Nessie, voltei para o meu lugar encostado á parede.

- O teu irmão proibiu-te de dançares?

- Basicamente. – Resmungou

- E vais obedecer? Nunca pensei que obedeces ao teu irmão.

- Não quero que ele arranque a cabeça a ninguém.

- Estás preocupada comigo? – Ri-me

- Não. Com a tua irmã. – Deixou-me confuso.

- Com a minha irmã?

- Sim, ela sofria se o Ian te arrancasse a cabeça. – Depois, pela expressão, começou a falar com Ian.

- Estavam a discutir? – Perguntei

- Mais ou menos.

- Então sempre podes dançar?

- Yah, mas o Ian colocou regras. – Revirou os olhos

- E quais são?

- Tenho que estar a 10 cm de-da pessoa – Ou seja eu. - Com quem dançar. E essa pessoa só me pode tocar nas mãos. – Voltou a revirar os olhos. – Idiota. – Murmurou. Estendi-lhe a mão.

- A menina dança? – Perguntei, antes que ela pudesse responder que não, peguei na mão dela e conduzia a pista de dança, mas o lugar mais afastado que vi.

- A serio Alec, larga-me. Eu não vou obedecer ao Ian. – Falou.

- Então não obedeças, dança comigo. - Pedi

- Não. – Soltou a sua mão da minha.

- Por favor? – Praticamente implorei.

- Não. – Virou costas para sair, mas agarrei-lhe a mão e puxei-a para trás. Ela girou sobre si mesma, e caiu sobre mim. As mãos dela ficaram no meu peito. As nossas caras estavam tão perto que conseguia sentir a sua respiração, os nossos lábios apenas a uns centímetros de distância. Bastava aproximar mais um bocadinho a minha cara e os nossos lábios tocavam-se – Solta-me. – Pediu.

- Tania? – Ouvimos o Ian chamá-la. Ela soltou-se facilmente de mim. – O que é que estás aqui a fazer? – Já estava irritado.

- Nada. – Falou. – Mas agora tenho guarda-costas? Tenho de te dar justificações do que faço ou não faço? – Perguntou. Deu-me vontade de rir mas continuei imóvel.

- Quando estiveres com ele tens. – Ela ficou vermelha de raiva.

- Eu não tenho de te dar justificações de nada. Eu podia sair pela aquela porta e só voltar daqui a 2 meses que não te tinha de dizer o que andei a fazer.

- Tenham calma. – Disse.

- Não te metas nisto. – Falaram ao mesmo tempo.

- É culpa tua que eu esteja a discutir com a minha irmã!

- Não o metas nisto! Ele é apenas meu amigo, quando vais meter nessa cabeça dura?!

- Quando ele parar de te tocar! – Tocar? Eu não fiz nada de mal…

- Alec, deixa me falar a sós com o meu irmão?

- Sim claro. – Afastei-me, mas com um pouco de receio que eles se magoassem.

- Alec. Viste o Ian? – Perguntou a minha irmã.

- Ele está a conversar com a Tania, deixa-os estar. – Falei. Ela agarrou-me a mão.

- Então vai tu dançar comigo.



TANIA POV



- Fogo Ian! Não vês que estas a fazer cenas a mais?

- Não. – Agarrei no braço dele e subimos para o meu quarto.

- Agora diz me o porquê de estares a agir assim! – Exigi.

- Já te disse.

- Sim. Mas agora diz a verdade. A tua companheira é a irmã dele, vais ter de o aturar para o resto da vida. Qual é o problema de eu e ele sermos amigos?

- Já reparaste como ele olha para ti? Ele come-te com os olhos.

- Olha os filmes Ian.

- É assim que vais reagir quando encontrar o meu companheiro? Vais me proibir de lhe tocar?

- Não, mas…

- Então qual é o mal de ele me tocar? Até parece que vamos dormir juntos. Ele não pôs as mãos em nenhum sítio inapropriado.

- Esta com as mãos a cm do teu traseiro.

- Até parece que se ele tocasse em algum sítio inapropriado eu não lhe arrancava a mão. – Sentei-me na cama e o Ian ajoelhou-se a minha frente.

- Talvez tenhas razão, e eu só esteja a fazer filmes a mais. – Passei a mão pelos seus cabelos.

- Caga nisso, és o meu ciumentozinho.

- Tive tanto tempo a minha irmã só para mim. Vou ter ciúmes de todos os rapazes aviso já.

- Sempre que eu achar que estás a ser um idiota completo, dou-te um estalo para te chamar a realidade, aviso já. – Nós os dois rimo-nos

- Continuas a ter regras para dançar com ele. – Dei-lhe uma tapa na cabeça.

- Ta calado e cala-te.

- Esta bem, mantêm-se a regra do toque. – Olhei para ele com cara de: ´´ A serio? ´´ - Está bem, podes dançar á vontade. Mas eu vou estar de olho em, vocês.

- Ta bem. – Encolhi os ombros. Depois abraçados voltamos para a festa. – Vai lá dançar. – Deu-me um beijo na bochecha e seguiu em direcção á Jane.

- Sempre o convenceste que não te vou fazer mal? – Apanhei um susto do caraças quando ouvi a voz do Alec atrás de mim.

- Que susto! – Virei-me para ele. – Queres me matar de susto?

- Tu não morres tolinha, já estás morta.

- Mesmo assim… E respondendo á tua pergunta o meu mano já reconheceu que está a ser um parvo.

- Ainda bem. – Sussurrou.

- Isso não quer dizer que vá dançar contigo.

- Quem disse que eu queria dançar? – Provocou.

- Ninguém. – Fui me sentar numa cadeira perto da mesa dos comes e bebes. Lembrei-me do episódio de a pouco tempo atrás… Mas que raio? Porque é que estou a penar nisso? Abanei a cabeça de um lado para o outro.

- Confusa, com alguma coisa? – Olhei para cima e vi o Alec com a mão estendida. – Danças comigo?

- Andas-me a seguir, é? – Sorri. E peguei na mão dele.

- Não, mas um cavalheiro nunca deixa a sua companhia sozinha.

- Já não estamos nesse tempo… - Resmunguei, estavam todos a dançar, era uma dança tipo valsa, coisa que eu não sei dançar. – Eu não sei dançar isto. – Resmunguei.

 - A mural continua a ser a mesma. E quanto ao não saberes dançar é só me deixares guiar-te. – Pegou na minha mão esquerda e colocou-a nas costas dele, depois agarrou a minha mão direita com a sua mão, colocando a outra nas minhas costas. Foi simples dançar com ele, ele sabia exactamente que movimento fazer, e consegui segui-lo.

No inicio dançamos o mais separados possível um do outro, mas depois começamos a dançar normalmente, nem muito juntos nem muito afastados.

- É simples. – Disse. Ele deu-me um sorriso malandro e fez-me girar sobre mim mesma, um e outra vez. Depois agarrou-me a cintura e fez me descer as costas de maneira a que a única coisa que tocava nele era a minha cintura e pernas. – Estás a espera que eu parta qualquer coisa? Ou que faça figura de parva? – Ele apenas deu nos ombros.

- Só quero que te divirtas, só pudemos ver esse sorriso divertido quando és apanhada desprevenida. E se confiares no teu parceiro de dança nunca caís

- Ai é? Fizeste muito mal em provocar-me Alec. – Agarrei as mãos dele e coloquei-as na minha cintura, lancei as minhas costas para trás e subi a perna direita ao mesmo tempo, subi lentamente corpo. Peguei numa das mãos dele e girei-o sobre ele mesmo.

- A fazer a parte de rapariga Alec? – Perguntei com uma nota de sarcasmo na voz.

- Tenho uma parceira de dança maluca, logo dá uma dança maluca. – Começou-se a rir. Voltamos a dançar calmamente. – Já te disse que estás muito bonita. – Revirei os olhos.

- Já te disse que és um cromo? – Rimo-nos os dois. Encostei a cabeça ao seu ombro, o que foi um pouco difícil já que estava da sua altura. – Obrigado.

- Hum? Agora confundiste-me. – Disse confuso.

- Por seres, meu amigo, obrigado por seres meu amigo. – Esclareci.

- Ora essa!

- É verdade, tens muita paciência para mim, não me abandonaste quando me deu aquele ataque, e também não me mandaste á fava quando me chateei contigo por causa do meu irmão. Por isso, Obrigado.









Altas cenas com o Alec - Tania. Será que vai dar algo? Quem pensou que eles se iam beijar?
Quem gostou? Quem odiou
Amei o pedido de casamento *.*
Jake - Nessie *.*
Vemo-nos no ultimo e derradeiro cap de Blue moon

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Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
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