24 abril 2013

Once Upon a Time






Capitulo 4
Fui para o meu quarto preparei-me para ir dormir e deitei-me na cama adormecendo logo.
Na manhã seguinte arranjei-me e fui tomar o pequeno-almoço para depois ir receber o emproado do príncipe Mike.
Entrou a Alice saltitante com uma empregada atrás.
- Bellinha, olha o teu vestido para receber o príncipe Mike.
Ela sentou-se deixando a empregada mostrar o vestido vermelho comprido, que parecia demasiado fino para ser vestido por mim, vários bordados em dourado adornavam o peito do vestido, o qual tinha um decote quadrado e mangas compridas.
- Onde é suposto guardar a minha espada? – Questionei, fazendo um gesto para que a empregada saísse.
- Mas por que razão queres tu estar com a espada? Tu vais receber um convidado.
- Mas eu não gosto dele ainda não percebi porque raio, é que vocês querem que eu fique com ele.
Entrou a Rosalie, trajando um vestido rosa claro que arrastava levemente pelo chão, o seu cabelo loiro dourado caía livremente pelas suas costas.
- Irmã, queres arranjar esposo hoje? Ou simplesmente matar alguém? – Perguntei com um sorriso.
- Podem ser ambas. - Disse ela a sorrir.
- Rose! – Queixou-se a Alice. – A Bells não ficou contente com aquele vestido. – Choramingou.
- Como? – Perguntou indignada, olhando para mim. – É lindo!
- Não é não gostar. – Defendi-me. – Simplesmente é demais para receber. – Respirei fundo. – O príncipe Mike.
- Mas tu fazes ideia do tempo que levou para conseguirmos esse vestido? - Perguntou a Lice meio indignada.
- Calma Lice. – Disse levantando as mãos. – Eu vou usa-lo. Só que com o meu cinto por cima. – Disse.
Antes que ela dissesse alguma coisa limpei os lábios e levantei-me indo em direção ao quarto.
Entrei no quarto onde já as empregadas preparavam as coisas para me vestir e deixar-me ‘’apresentável’’ para aquele verme.
Para mal dos meus pecados tive que vestir um corpete, que era extra apertado.
Eu estava apoiada a mesa do meu quarto, de roupa interior, enquanto duas empregadas me apertavam aquela coisa.
A porta do quarto foi aberta e eu virei a cabeça para ver a Alice ou a Rosalie, mas em vez disso entra o Edward.
Uma das empregadas foi até à porta e disse:
- Desculpe mas não pode entrar.
- Quem é, Candace?
- Sou eu vossa majestade.
- Diz daí o que queres.
- Era só para avisar de que o Príncipe Mike acabou de chegar.
- Já desço. - Falei vermelha.
Ouvi a porta fechar e finalmente o vestido desceu pelo meu corpo. E assentava na perfeição no meu corpo, deixando o meu peito demasiado evidente (eu mato-te Alice)
Os meus lábios foram pintados de vermelhos e o meu cabelo recebeu uma trança que descia pela minha cabeça e acabando de lado.
Pus o cinto com a minha espada à cintura e fui até à grande escadaria que dava para o salão principal onde estavam lá as minhas irmãs, o emproado do Mike e o Edward, o Emmett e o Jasper que vergonha, pensei para mim mesma. Mas não era hora para me esconder então de cabeça erguida comecei a descer os degraus.
Todos, mesmo as minhas irmãs, se curvaram.
- Majestade. - Cumprimentou-me o Mike.
- Príncipe. - Estendi-lhe a mão num sinal de boa educação e ele levou-a aos lábios
Que nojo. Ele largou a mão e começou a olhar-me.
- Vossa majestade o tempo nem passa por si. - Disse ele tentando fazer com que eu me, derrete-se nos seus braços.
- Estaremos mais confortáveis na sala. - Falei. - Vamos?
- Com todo o prazer vossa alteza. - Disse ele com um sorriso e esticou a mão para ele me "guiar" até à sala.
Recolhi as mãos para a frente do meu corpo e caminhei, o mais graciosamente possível, ate a sala. Seguida por todos, sentei-me no sofá de um só lugar.
- Diga-me a que devo a visita?
- Queria apenas reforçar o contacto convosco.
Pois sim, pensei.
- Vejo que tendes novos empregados. - Comentou, olhando com desdém para o Edward, o Emmett e o Jasper.
Por alguma razão, a mim desconhecida, isso chateou-me, mas tentei manter a postura.
-Sim. Eu quis dar-lhes uma nova vida.
- Vós sempre fostes e sereis muito bondosa para todos os seres vivos.
- Considero uma qualidade. - Falei. - Desejais comer algo?
- Sim, claro que gostaria.
- Edward, poderia trazer-nos um chão e uns bolos? - Pedi sem olhar para ele.
- Com certeza vossa alteza. - Disse e saiu.
- Como vai Stuper? - Perguntei sem o mínimo de interesse.
- Tem evoluído imenso nestes dois últimos anos. E o vosso também pelo que vi tem progredido muito.
- Fazemos os nossos possíveis.
Entrou então Edward com uma bandeja, e pousou-a na mesa.
Levantei os olhos, fitando-os verde deles e sorri agradecendo.
- Obrigado.
- Bem, o reino tem progredido e eu dou tudo ao meu povo exceto uma esposa e um sucessor ao trono. - Disse ele fazendo um teatro.
Segurei a vontade de revirar os olhos, olhei pelo canto do olho para as minhas irmãs.
Bateram á porta.
- Sim? - Perguntei aliviada.
- Majestade. - Entra o comandante fazendo um vénia. - Precisamos de si.
- Conlicênça, eu já retorno.
Levantei-me e segui-o
- Muito obrigada, que se passa?
- O homem que a princesa prendeu ontem, tem estado a importunar os outros. Desculpe, mas foi preciso chama-la para resolver o problema, não podíamos agir sem sua ordem.
- Mas importunar como? - Perguntei meio confusa.
- Tem de ver por si mesma. - Falou abrindo a porta para mim.
Ouviam-se berros, gritos, resmungos.
Eu não queria acreditar, que circo e este?
Eu estava parva com aquele aparato. Virei-me para o general e perguntei-lhe:
- Como pensa resolver este problema?
- Pudemos, mandar mata-lo.
- Muito bem então faça-o. - Disse e saí dali em direção do meu castigo.
Andei de volta a sala, pelo caminho passei pelo Edward, este baixou o olhar.
Entrei na sala.
- Peço perdão, houve complicações.
- Não tem mal nenhum é a vida de monarca.
- Esta tudo bem? - Perguntou a Rose.
- Sim. - Falei.
- Bem mas está também à procura de um esposo e sucessor ao trono?
- Não nem por isso. - Respondi-lhe com um ar de indiferença.
- Poderíamos falar a sós? - Perguntou olhando para as minhas irmãs.
Suspirei, eu sabia o que ele queria, embora não o fosse conseguir falei:
- Claro. Irmãs. - Pedi.
Elas levantaram-se e em silêncio saíram, logo seguidas pelos empregados.
- Que deseja?
- Eu tenho uma proposta que ir favorecer ambos. - Falou.
Hoje
- E qual é?
- Poderíamos casar. - Anunciou, juro que me deu vômitos a simples ideia.
- E o quê que o faz pensar que eu vou aceitar?
- Eu sou um bom partido, príncipe com um grande reino...Ambos iriamos lucrar.
Eu só queria cortar-lhe a língua mas para não ser mal-educada tentei rejeitar de maneira simpática.
- Terei de pensar na sua proposta.
Ele ergueu a sobrancelha e eu aproveitei para trincar uma pequena bolacha.
- Não pense demasiado, princesa, pode perder a oportunidade.
- Não se preocupe pois terá uma resposta muito em breve.
Ele sorriu-me com esperança.
Quase que tive pena dele? Só de me imaginar a casar com ele, deusa! Ele segurou-me a mão, o que me irritou.
- Pense com o coração, majestade. Mas também com a cabeça. – Aconselhou.
Respirei fundo, vamos dizer a verdade.
- Não preciso de pensar muito mais, eu tenho a resposta.






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O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
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