04 maio 2013

Live without Life

Capitulo XXXII - Parte 1
O jantar corria bem estavamos todos a divertirmo-nos, embora mais de metade nada comesse, o Seth e o Jacob comiam por eles.
Havia varios casais a dançar pela salão que ficava um, pouco afastado de nós, obviamente, houve alguem que  quis dançar. Logo quase todos dançavam.
Virei a cadeira e fiquei abservar a Alex e a Kika a dançarem juntas. Sorria, involuntariamente, para elas.
Eram tão lindas, não acreditava que tinha tão pouco tempo com elas...não é justo, depois de tudo pelo que passei, consegui finalmente ter a minha pequena parte de felicidade e agora tinha de fugir-me toda por entre os dedos?
Primeiro foi o meu coração arrancado, involuntariamente, do meu peito, agora seria a minha hipotese de viver ao lado das minhas filhas, vê-las crescer e ficar com cabelos brancos com as peripecias delas...
Fechei as mãos, por cima dos joelhos, com força. Senti algo tocar-me no braço e afastei-me. Sabia quem era, mas levantei o olhar, encontrei os olhos pretos do Alec
- Estás bem? - Perguntou, baixei o olhar.
- Ótima, não vejo o que isso tem haver contigo. - Resmunguei, não conseguia deixar de ser amarga com ele.
- Tem mais do que pensas... - Senti a aproximação dele e afastei-me mais com repulsa. - Eu vou lutar por ti. - Sussurrou.
Pude destinguir o duplo sentido daquelas palavras, apeteceu-me barafustar com ele, gritar-lhe e espanca-lo com toda a minha força. Em vez disso, ergui, simplesmente, o olhar e fintei-o.
- Promete-me que tomas conta das minhas flores, quando eu já...cá não estiver. - Pedi.
Ele agarrou-me no rosto e aproximou-me dele, já estava a preparar para me afastar, quando ele parou e sorriu, um sorriso que não chegou aos olhos.
- Não será necessario.
- Talvez não, mas ficarei mais descansada.
- Sou o pai delas, darei a minha vida por elas.
Suspirei.
- Obrigado. - Ele aproximou-se mais de mim.
- E, mesmo que não acredites, farei o mesmo por ti.
Dizendo isto, largou o meu rosto, afastou-se e levantou-se seguindo lá para fora.
Observei-o meia, muito, tonta. O que é que acabou de acontecer?
Mais uma vez constatei, que o meu coração não começou a bater desalmadamente, ou corei intensamente...fiquei só sem reação.
Passei a mão pela cara e bebi um pouco de água. O que vou fazer com a minha vida? Ou o que resta dela...
Virei-me para o Seth.
- Vou dar uma volta, não tires os olhos das minhas filhs. - Pedi, ele assentiu.
Levantei-me e fui apanhar ar, não tinha qualquer intuito de ir ter com o Alec mas sim de ir até a floresta.
Certifiquei-me que não havia nenhum humano e corri na minha velocidade até a clareira.
Precisava de pensar, ou me afastava completamemte dele, ou o deixava aproximar.
Cheguei a clareira e corri para a árvore grande e saltei para o ramo.
Sentei-me e passei os dedos pelo coração desenhado no seu tronco.
- O que é que vou fazer? - Suspirei. - Não posso voltar a esse amor, não depoos de tudo. Doeu demasiado, não consigo confiar novamente. - Falei com o ar a minha volta.
Encostei a cabeça á árvore.
- O que vou...
Caí da árvore a baixo, mas fiquei em pé antes de tocar no chão. Levantei o olhar e a minha visão ficou vermelha.
- Tu! - Rosnei.
Autor POV
No restaurante tudo corria bem, toda a confusão tinha desaparecido. Mesmo as pequenas não repararam na ausência de ambos, a mãe e o pai.
De repente, algo mudou, a pequena Alice teve uma visão
- Onde é que eles estão?! - Perguntou em choque.
- O que viste? - Questionou o Ian a tremer.
- Temos de ir agora! - Falou o Edward vendo a visão na mente da Alice.
- Que se passa? - Perguntou a pequena Alex.
- Onde está a mãe? E o pai?
- Seth, fica com elas! - Ordenou o Ian quase gritando. - Alice onde é que a minha irmã está??
- A clareira, dela e do Alec.
- O meu irmão também lá está? - Questionou a Jane nervosa.
No entando já o Ian tinha desaparecido, sem se importar com a possibilidade de algum humano o ver.
Todos correram freneticamente para o local onde iria aconter uma tragedia.
Deixara duas meninas muito preocupadas e ao encargo de um lobo.
Tania POV
- Eu mato-te. - Rosnei e atirei-me a ela.
Ela desapareceu e atacou-me pelas costas, eu caí mas logo me levantei.
O riso dela ecoou pela floresta e eu ganhei mais raiva
- Luta como uma mulher! - Gritei. - E devolve-me os poderes!
Ela mandou-me uma tocha a cara mas eu saltei por cima. Corri para ela e mandei-a contra uma árvore, ela voltou a desaparecer. Caí no chão com dores, pequenas bolhas formavam-se na minha pele.
- Vou-te arrancar todas as células desse corpo! - Gritei e levantei-me sem força.
Agarrei nela e puxei-lhe o braço, ela gritou de dor, quando ficou sem o braço. Voltou a desaparecer e o único sinal da sua presença era o riso que me dava arrepios.
Eu procurava com o olhar a aquela coisa, mas não a via, já não consegui ver coisas do outro mundo.
Aguenta por favor, estou a chegar.
As palavras soaram na minha cabeça, mas não soube destinguir o dono da voz.
Fui empurrada por alguém e só me virei a tempo de gritar:
- NNNNAAAAAAOOOOOO!!
Os braços do Ian apareceram á minha volta e ele prendeu-me contra ele enquanto eu gritava em coro com as pessoaa que chegaram.

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O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
#Os insultos serão imediatemente eliminados#