24 agosto 2013

Serial Killer: Love Game

Prólogo
Corri por entre as arvores, estava a ser perseguida, quem seria? Alguém da minha antiga equipa. Preciso de uma arma, rapidamente!
Voltei abrir os olhos e encontrava-me em casa. Respirei fundo e fui até à casa de banho para me arranjar.
Tomei um rápido banho e vesti algo preto, escondi uma arma na parte de trás das calças e uma faca nas botas.
Andei pelas ruas à procura do meu alvo. Precisava de dinheiro e a melhor maneira de o conseguir é roubando, uma pessoa que tem a cabeça a premio, não pode propriamente ir trabalhar.
Encontrei uma senhora num parque sentada que levantou-se deixando a carteira no banco.
Peguei nela e como se nada se passasse e continuei o meu caminho. Passei por duas ruas e fui até a um beco, para ver o que ela levava lá.
Abri a mal, procurei pela carteira.
Encontrei cerca de cem euros em notas de vinte e de dez, e mais uns três euros em moedas, isso já dava para pelo menos uns dois dias.
Fui a um café e comprei algo para comer, indo diretamente para casa sem que ninguém me visse.
Pousei a carteira e sentei-me a comer. Enquanto comia liguei o computador. Tinha uma mensagem da minha infiltrada, Alice.
Alice: Vamos matar o príncipe hoje á noite.
Bom e mais uma missão para cumprir.
Eu: Manda-me as coordenadas e as horas, estarei lá
Enquanto ela não respondia eu fui ver o que se passava para quererem matar o príncipe.
Encomenda de alguém provavelmente, tentei entrar na base de dados deles, sem sucesso.
Eles devem de ter mudado as palavras-chave desde a última missão. Porcaria, resmunguei mentalmente.
Entretanto recebo as informações da Alice. Anotei-as rapidamente e comecei a preparar as coisas.
Peguei numa mochila preta com tudo o que precisava incluindo um disfarce para ninguém me reconhecer.
Coloquei um vestido, imprimi o convite e limpei as armas.
Assim que cheguei no local tirei a peruca da pequena carteira que continha uma arma pequena e o convite que entreguei na porta.
Entrei como se tudo fosse completamente normal e misturei-me com a multidão
Peguei num copo de Martini e caminhei pelo salão à procura de algo incomum.
Avistei a Alice e afastei-me. Fui para perto de uma das portas de vidro que davam a um jardim
No meio da vegetação distingui as silhuetas de pessoas, armada. Um segundo tarde demais apercebi-me que tinha sido notada.

Senti movimentação perto e deparei-me com a última pessoa que eu queria neste mundo.

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O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
#Os insultos serão imediatemente eliminados#