14 setembro 2013

Serial Killer: Love Game


Capitulo 1
- Edward. - Disse. - Vais fazer uma cena?
- Não, e não vou deixar que comprometas esta missão.
- Não tens forca para me impedir.
Troquei-nos de posição, subtilmente, para que ele ficasse de costas para o vidro.
- Tu já andas a brincar com o fogo há muito Bella, e pode ser esta a noite em que vou finalmente apanhar-te.
Eu aproximei-me dele quase a colar os nossos lábios e disse:
- Olha que podes muito bem-estar errado.
Ouvi passos, eles tinham entrado.
- Vemo-nos depois, Edward. - Virei costas e corri por entre a multidão.
Olhei para todos os lados à procura dos atiradores mas não encontrava ninguém pelo menos dentro do salão.
Corri atrás do príncipe, tirei da minha mal a arma e coloquei no ouvido o comunicador para falar com a Alice.
- Onde estão?
- Jardim, vem rapidamente, eles não tardão a chegar e eu tenho de matá-lo.
Corri para o jardim até avistar a Alice. Disparei contra o homem a minha frente e corri para a beira deles.
- Quantos estão cá?
- Uma dúzia.
- Bate-me. - Ordenei.
- HA?
Peguei nela e empurrei-a.
- Eles estão a observar-te, tem que parecer asserio. - Sussurrei.
Ela deu-me um estalo, que ecoou no jardim todo e começámos a lutar. Bati com a cabeça nela na árvore, deixando-a inconsciente.
- Siga-me eu ajudo-o. – Disse ao príncipe.
- Eu não estou a perceber. – Falou incerto.
- Não há tempo, apenas, venha.
Corremos la para dentro, escondi-o num quarto e fiquei a escuta.
Ouvi passos, que pelo calçado, era de um homem. Merda, devia ser o Edward.
Era só o que faltava!
Encostei-me a porta para que não se abrisse.
- Afastasse da janela
Quem quer que fosse arrombou sozinho a porta e voltei a vê-lo, a sério hoje não era o meu dia de sorte.
Apontei-lhe a arma, e ele fez o mesmo.
- Afasta-te. – Ordenei.
- Isso digo eu, Bella, não te metas onde não és chamada.
- Não vais conseguir. - Avisei.
- Bella, não me obrigues a isso. - Pediu
- Não me consegue vencer, Edward, sabes disso.
Agarrei-lhe na arma e torci-lhe o braço.
Não sei como mas ele conseguiu puxar a perna fazendo com que eu me desequilibrasse.
Agarrei-lhe a cabeça e levei-a ao chão. Tentei ficar por cima mas ele rodou-nos prendendo-me os braços
Levei os joelhos ao meio das suas pernas e ele caiu. Sorri vitoriosa pelo seu sofrimento.
Ouvem-se as sirenes lá fora.
- Chamas-te a polícia? - Perguntou furioso.
- Três segundos. - Dizes levantando-te e apontando-lhe a arma.
- Porque me estás a deixar ir?
- 1... - Comecei a contar.
- Bella...
- 2...
Ele virou-se e começou a correr. Eu levantei-me, fiz uma vénia ao príncipe e saí.
Escondi-me enquanto os guardas passavam e corri para o carro. Acelerei dali para fora.
Só parei em casa, entrei e fui direta à cama, deitei-me e comecei a por a minha mente em ordem.
Uma missão bem-sucedida, o que significa que ainda tem mais raiva de mim.
Mas porquê a preocupação? Eu sei tomar conta de mim sozinha ele mais que ninguém sabe disso
Bufei frustrada e pus-me para dormir, estava preocupada com a Alice, ter-lhe-ia batido com demasiada força?
Acordei na manhã seguinte, mas em vez de me ir arranjar, fiquei a olhar para o teto.
Não queria nenhuma missão hoje. Queria descansar ficar sentada a ver televisão ou a ler.
Suspirei e levantei-me, liguei o computador e mandei uma mensagem a Alice
Eu: Desculpa por ontem, espero que estejas bem.
Fui buscar uma maçã e quando voltei já tinha resposta.
Alice: Não te preocupes, eu estou bem, mas soube que a polícia apareceu tu conseguiste?
Eu: Claro. Levaram muito na cabeça?
Alice: Eu já levei, mas não foi muito, agora o Edward ainda lá está.
Eu: Ok, quando houver novidades contacta.
Alice: Ok fica bem
Desliguei o computador e fui tomar banho e vesti qualquer coisa, hoje ficaria em casa.
Sentei-me na cama com um livro nas mãos, que já tinha ido pelo menos umas três vezes mas eu amava-o.
Pelo menos retirava-me este mundo e leva-me para um místico, onde tudo acabava sempre bem.
Sem mentiras, segredos. Ouvi um som do meu computador mas não me apeteceu ir ver.
‘’Pode ser algo importante’’ como sempre o meu subconsciente decidiu manifestar-se
Levantei-me e fui arrastando os meus pés até ao computador.
Alice: Amanhã, eles vão ter outra grande missão, quando souber demais alguma coisa digo-te.
Eu: Okay, eu espero.
Voltei a minha atenção para o meu livro novamente
Fiquei a ler até ficar com fome outra vez. Levantei-me, peguei no casaco e fui comprar algo para comer.
Voltei a casa e tirei do saco, meio frango assado que tinha comprado. Preparei-o e comecei a comer
Enquanto comia lembrei-me da noite passada do início da missão para ser mais precisa.
Mordi os lábios, ele estava lindo de smoking
Se eu não sentisse um pequeno ódio pelo que ele fez, eu só sentia aquele desejo de podermos estar juntos.
Bufei irritada com os meus pensamentos, bebi um pouco da minha Coca-Cola.
Voltei a ouvir o som do meu computador e fui até ele.
Alice: 24h30m, no limite norte de Forks, eles não me disseram o que íamos fazer, mas prepara-te vai ser em grande
Eu: Okay, vou estar pronta para o que quer que seja.
Alice: Só vou estar no início da missão, depois vou buscar as novas armas, se conseguires rouba-as, ouvi dizer que iam ser de topo.
Eu: Sabes o local?
Alice: Vou busca-las ao aeroporto de Port Angeles, a rota só sei depois de as ter na mão.
Eu: Encontramo-nos então no aeroporto.
Desliguei o computador e fui preparar as armas. Enchi a recarga preparei munições e limpei pistolas.
Vesti umas calças pretas e uma camisola com um casaco de couro, também eles pretos.
Prendi a minha perna uma faca e calcei umas botas, sem tacão, pretas.
Fiquei à espera até serem horas de sair e dirigi-me para o aeroporto.
Acelerei no máximo possível, tinha de ser rápida para chegar a tempo de ter a outra operação.
Cheguei lá e fui à zona onde estacionam os aviões sabendo que seria aí que as armas estariam.
Ainda ninguém tinha chegado, esperei dentro do carro que as caixas descessem. Preparei a arma.
Tive uma sensação estranha, como se algo de mau para mim fosse acontecer, e de repente senti uma raiva mas ao mesmo tempo um desejo de uns braços fortes.
Começava a pensar que aquilo fora uma armadilha para me apanhar, a mim e a minha infiltrada.

Antes que pudesse reagir, tinha vários homens a cercar-me o carro, prontos para atirar sobre mim.







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Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
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