06 outubro 2013

Once Upon a Time

Capitulo 7
Ele virou­se com um sorriso torto no rosto.
­ Estava só a preparar o seu banho, majestade.
O meu coração disparou mas eu tentei disfarçar.
­ Obrigada, agora podes retirar­te.
Ele não se mexeu.
­ Obrigado.
­ Obrigado pelo quê? ­ Perguntei confusa.
­ Salvou os meus irmãos.
­ Bem, tecnicamente, eles não tinham feito nada.
­ Mas obrigado na mesma.
­ Não tem de quê.
Olhou para a minha mão, pousada na minha espada.
­ Não necessita disso. ­ Falou, agarrando­me na mão.
­ Como?
­ Não lhe vou fazer mal.
­ Como posso saber, eu não sei nada sobre si.
­ Aí está.
Abanei a cabeça e tirei, brutamente, a minha mão da dele.
­ Não resulta comigo.
­ Tenho pena que pense que eu sou desse tipo, mas eu não faço isso.
­ Já terminou, não já? Pode sair. ­ Disse com frieza.
­ Como é que consegue ser assim
­ Ser como?
­ Ser fria e cruel, quando não é isso que sente.
­ Não sinto nada.
­ Como queira, vou fingir que acredito. ­ Disse ele olhando­me nos olhos, e de seguida dirigiu­se para a
porta.
Num acesso de raiva, puxei­o pela camisa e encostei­o a parede.
Surpreendido, ele não ofereceu resistência.
­ Deixe de me desafiar!
­ Para isso vou ter que sair e só voltar quando precisar de mim, e não tiver mais ninguém.
­ Não seria assim tão mau
­ Então se me permitir eu gostaria de sair e realizar o seu maior desejo.
Larguei­o.
Ele saiu e deixou­me ali sozinha, supostamente deveria de me sentir bem com o facto de lhe ter dito que
não sentia nada, mas em vez disso sentia­me esquisita.
Tomei um rápido banho e deitei­me na cama.
Eu não conseguia adormecer sempre que fechava os olhos eu vias os seus olhos verdes lindos.
Finalmente, caí no sono. Mas não descansei, tive um sonho bem improprio com uma certa pessoa, isto
tinha de terminar.
Acordei, mas fiquei deitada a pensar na coroação, quando alguém interrompe batendo à porta.
­ Sim?
­ Mana, tu vais falar connosco e vai ser agora. ­ Ordenou a Rose entrando seguida da Lice.
­ Perdão? – Perguntei e ergui­me, ficando sentada na cama.
­ Tu ouviste­me, o que se passou ontem?
­ Ainda não entendi.
­ Ontem enquanto eu saía da biblioteca e ia para o meu quarto, ele passou por mim e vinha com uns
olhos de quem queria morrer! ­ Exclamou a Alice.
Eu não sei o que me deu, eu levantei­me e fui trocar logo de roupa.
­ Já venho, fiquem aqui. – Falei, já saindo quarto.
Ainda a apertar o meu cinto, caminhei rapidamente, por todos os corredores do castelo. Encontrei­o a
lavar uma das grandes janelas do salão de baile.
Tranquei a porta á pressa e corri para ele, encostando­o ao vidro.­ Qual é o seu problema?
­ Isso pregunto eu, ainda ontem disse que não se importava de nunca mais me ver, e agora vem a correr
abraçar­me, e pregunta ‘’qual é o seu problema’’, o problema é que você não sabe o que quer, de certeza
que deve de ser só mais uma princesa mimada.
Levantei a mão, lançando­a sobre a sua cara.
­ Não ouse falar assim comigo! – Rosnei. – Aqui faz me frente, mas depois anda por aí como um cachorro
abandonado! Para quê? Para as minhas irmãs virem ter comigo e eu sentir remorsos?! Não sou burra,
não cairei os seus encantos, nunca conseguirá a coroa! – Gritei­lhe.
Ele levantou a cara, com os seus olhos a parecerem chamar verdes. Agarrou­me no braço e empurrou­
me contra a parede, ficando á minha frente.
Estava tão próximo de mim, que as nossas caras não se tocavam por questão de milímetros, e todo o seu
corpo tocava no meu.
­ Não vou admitir que insinue mais isso!
- E o que é que vai fazer? Bater­me? – Desafiei­o.
Ele agarrou-­me no rosto, colando os nossos lábios, numa promessa secreta, num amor proibido.
Rodeei-­lhe o pescoço com os meus braços, levando as minhas mãos aos seus cabelos, percebendo que
não fugiria, levou as suas mãos á minha cintura, aproximando-­me mais dele.
O seu beijo era doce e todo o seu corpo encaixava no meu, como se tivéssemos sido esculpidos para
estarmos juntos.
Afastei o meu rosto do dele.
- Isto está errado. – Sussurrei.
- Porque é que parece tão certo?
Ele voltou a colar os nossos lábios num beijo doce mas demoníaco, aquilo não deveria ter acontecido,
mas eu não estava disposta a acabar com aquele momento, o melhor momento da minha vida.
Separamos-­nos com breves beijos.
- E agora? – Perguntou, olhando-­me nos olhos.
- Agora o quê? ­ Perguntei-­lhe, ainda um pouco ofegante, e ainda sem total noção do que se estava a
passar.
- Em breve vais ser a rainha, e eu sou o empregado, odiado por todo o teu povo.
- Não sei, mas de uma coisa te garanto, nós vamos conseguir resolver.
Ele sorriu e beijou-­me a testa.
- Não arranjes sarilhos com o teu povo.
- Não te preocupes, eu sei o que faço.
Suspirei.
- Tenho de ir, vão reparar na minha ausência e começaram a procurar-­me.
Ele afastou-­se e eu ajeitei o vestido, colocando o meu cinto na posição correta.
Dirigi-­me para a porta, mas ele segurou­-me o braço.
- Quando voltamos a estar juntos? – O seu olhar, era de medo, eu quis tanto reconforta-­lo, mas agora
havia outras coisas a tratar.
- Podes ir preparar o meu banho, novamente. – Sorri-lhe e abri a porta saindo.
Andei uns metros e apareceu-me à frente a Rose, eu não sabia o que fazer.
­ Depois falamos. – Avisou. – Agora tens o Francinef lá em cima, anda despacha­te.
Eu assenti com a cabeça e dirigi­me o mais depressa possível para lá.
Estive a manhã toda envolta, em tecidos, fitas, isto e aquilo. Tudo coisas que não me interessavam
minimamente.A minha cabeça esteve distante durante todo o tempo, noutro local. Deixei tudo ao critério das minhas
irmãs, até porque elas é que saberiam o que ficaria melhor na festa.
­ Isso é cara de paixão, majestade? – Perguntou o Francinef, enquanto arrumava as coisas.
­ Não. – Disse seriamente.
­ Então muito bem acho que já tenho tudo o que preciso, passem bem vossas altezas.
Ele saiu e a Alice trancou a porta.
­ Ei! – Resmunguei.
­ Okay, nós conhecemo­nos desde sempre, eu conheço­te muito bem, menos essa cara, que eu nunca vi
em ti.
­ Nem te tentes esquivar, Bells. – Disse a Rosalie encostada á porta.
­ Pela Deusa! Que irmãs mais chatas. – Resmunguei. – Não é nada.
­ Pois e eu sou ruiva, e a Alice é loira. Bella o que se passou?
Deitei­me na cama e tapei a cara com a almofada.
­ Eueumcertoempregadobeijamonos. – Disse tudo numa rajada.
­ Ahn? – Perguntaram.
­ Tivessem ouvido. – Falei.
­ Anda lá repete mas devagar e pausadamente. ­ Pediu a Alice.
­ Okay, eu...e...um...certo...empregado...beijamo­nos. Satisfeitas?
Elas saltaram para cima da minha cama arrancando­me a travesseira da cama.
­ O QUÊ? – Gritaram.
­ Falem baixo. – Repreendi corada.
­ Conta­nos tudo. – Disse a Alice.
­ Bem depois de meteres dito aquilo, eu corri para procurá­lo, e encontrei­o a limpar uma das janelas do
salão de baile. Tranquei a porta á pressa corri para ele e encostei­o ao vidro. Discuti com ele uns minutos,
dei­lhe um estalo e ele empurrou­me contra a parede e beijou­me, e bem eu tenho de vos dar a razão, eu
estava encantada por ele e ele por mim.
Elas pegaram nas almofadas e começaram a bater­me.
­ Eu disse! – Falaram.
­ Parem! – Ri­me.
De repente bateram à porta e todas ficamos sérias.
­ Sim? – Perguntei
­ Majestade, tenho uma carta para si. – Ouviu­se a voz do Emmett.
Os olhos da Rosalie brilharam, levantei­me, ajeitei o vestido e o cabelo, e abri a porta.
Ele fez uma vénia e entregou­me a carta, saindo rapidamente.
Eu fechei a porta meio parva.
­ De quem é? ­ Perguntou a Alice super curiosa.
Olhei para o envelope.
­ Do príncipe Jacob. Depois eu vejo, agora temos de falar sobre o Emmett e o Jasper.
­ Vais nos deixar? ­ Perguntaram esperançadas.
­ Sabem que ninguém poderá saber, certo?
­ Sim. – Disseram tristemente.
­ E que se eles vos magoarem eu os mato, certo?
­ Sim. ­ Voltaram a dizer.
­ Então sim, eu deixo.
Elas abraçaram­me.­ Mas vão com calma, ok? Eu vou­me tentar portar bem, mas por vezes…vocês conhecem­me. – Sorri.
­ Sim, nós entendemos. – Disse a Rose.
Sentei­me na cama e voltei a pegar na carta.
­ O que achas que é? – Perguntou a Alice.
­ Não sei, mas já vamos descobrir.
Querida princesa,
Já não nos vemos há algum tempo.
Gostaria de a visitar, seria possível?
Espero que sim…o propósito de esta
carta é outro. Ambos somos os
sucessores ao trono, ambos iremos
lidar um grande reino.
No entanto, ambos possuímos o
mesmo dilema, falta-nos alguém para
governar a nosso lado, um parceiro
com quem possamos contar nas
horas difíceis…
Por isso lhe escrevo, e embora,
normalmente o pedido seja feito
pessoalmente, eu não chegaria antes
da sua coroação.
Com todo o meu coração peço-lhe
Isabella Marie Swan, case--se comigo.
Pense com muito coração, mas
com muita cabeça. Aguardo a sua
resposta.
Os meus cumprimentos, Jacob
Black
­ Então o que é que ele queria? – Perguntou a Alice.
­ Casar.
­ E vais aceitar? Por favor diz­me que não
­ Achas? ­ Perguntei.
­ Espero bem que não.
Pousei a carta em cima da mesa.
­ Vamos comer? Ainda não tomei o pequeno­almoço.
­ Ah isso é que já tomaste. ­ Falou a Alice a sorrir.
­ Já? ­ Perguntei confusa.
­ Sim quando eu te avisei que o Francinef estava cá. ­ Disse a Rose.
­ Não, nesse momento tinha ido conversar com o Edward...
­ E no quê que resultou essa conversa?
­ Mas porquê que vocês não sabem ser bem­educadas? ­ Ralhei­lhes.
Sentei­me na cama ao lado da Alice.
­ Conta la, maninha, ele beija bem?
­ Deve ter sido ca um beijo. ­ Comentou a Rose.
­ Foi um beijo casto e simples. ­ Disse.
­ Imagino. ­ Falou a Alice.
Peguei na almofada e mandei­lhe a cara.
­ Agora chega, não sabes nada. Vá, vamos almoçar antes que caia para o lado.
­ Não te preocupes, se caíres para o lado, nós chamamos o Edward e ele acorda­te logo. ­ Comentou a
Alice desatando a rir logo de seguida.
Senti a minha cara arder.
­ Okay, vamos parar com isso até eu estou a ficar com fome.­ Resmungou a Rose.
­ Eu sei do quê que tu tens fome Rosalie.
Saímos do quarto e fomos para a mesa.
Sentamo­nos e os empregados meteram a comida na mesa.
Terminei de comer.
Levantei­ me e antes de sair a Alice perguntou:
­ Onde vais?
­ Vou à sala de música.
­ Fazer?
­ Devo­te satisfações? ­ Perguntei na brincadeira. ­ Tocar piano.
­ Ah está bem.
A caminho da sala cruzei­me com o comandante:
­ Tudo bem ate agora? ­ Questionei.
­ Sim, majestade.
­ Muito bem pode seguir.
Ele fez uma vénia e continuou o seu caminho e eu o meu.
Entrei na sala de música.
Sentei­me em frente ao piano e comecei a tocar uma melodia apaixonante.
Fechei os olhos e deixei os meus dedos passearem livremente.Enquanto tocava lembrava­me do motivo para aquela música o Edward, estava relaxada até que me senti
observada.
Parei brutamente olhando para todos os lados.
Virei­me e vi o meu príncipe com um papel e uma pena
­ Sim?
­ Desculpa se te importunei mas estava a passar e ouvi a música e como tu estavas tão entregue
comecei a escrever as notas da melodia.
Corei.
­ Não tem problema. ­ Sorri­lhe.
Ele caminhou até mim devagar e olhava­me sempre nos olhos…
Sentou­se ao meu lado com um sorriso nos lábios.
­ Posso? ­ Perguntou.
­ Força.
Eles pôs o papel em cima no piano e começou a tocar.
Eu fiquei parva ao ouvi­lo, não sabia que ele também tocava
Encostei­me a ele, depois lembrei­me que algum poderia passar e ver­nos, afastei­me.
Ele parou e olhou­me.
­ Passa­se alguma coisa?
­ Ninguém nos pode ver.
Ele assentiu com o olhar e voltou a tocar então lembrei­me, fui até à porta e fechei­a à chave.
Abracei­lhe o pescoço por trás e beijei­lhe bochecha.
­ Não fiques assim, principezinho.
Ele parou de tocar e virou­se de frente para mim agarrando­me a cintura.
­ Teremos de nos esconder para sempre? ­ Os seus olhos mostravam tristeza.
­ Não sei. ­ Admiti.
­ Queria tanto estar contigo todo o dia abraçado à minha princesa.
Passei­lhe as mãos pelos cabelos.
­ Também o desejo muito.
­ Bem nós até podemos ficar aqui o resto do dia.
­ Eu tenho deveres como princesa. E também iriam suspeitar de termos, ambos, desaparecido.
Ele pareceu triste, não gostava de o ver assim
­ Posso ficar aqui, mais um pouco. ­ Sorri­lhe.
­ Então é melhor aproveitarmos este curto tempo, não achas? ­ Disse ele com um sorriso malicioso e de
seguida beija­me com os seus lábios doces.
Sentei­me no banco, colada a ele.
Apenas separávamos os nossos lábios para respirar, eu não conseguia tê­lo longe de mim.
Descansei a cabeça no peito dele, sentindo o batimento só seu coração e o ritmo da sua respiração.
Ele afagava os meus cabelos com carinho, nos seus braços eu sentia­me segura, e que nada nos iria
nunca separar.
­ Tenho de ir. ­ Sussurrei.
Os seus braços estreitaram­se mais a minha volta e eu sorri.
­ Tem mesmo de ser?
­ Infelizmente, tenho.
­ Okay, eu vou logo preparar­te o banho.
Com muita relutância, afastei­me dele
Fui até à porta destranquei­a e saí em busca das minhas irmãs que estariam a fazer não sei o quê.PDV Alice
­ Nós também, Rose, vemo­nos mais tarde ­ Sorri­lhe.
­ Vai la. ­ Disse­me.
Eu caminhei para o meu quarto onde estavam todos os planos para a coroação da minha irmã teria que
despachar pois ainda tinha que encontrar uns papeis que eu perdi dentro do meu quarto.
Sentei­me a frente da mesa, que estava recheada de papéis.
Estava tao concentrada a mexer naquilo, que só percebi que não estava sozinha quando uns braços
passaram pelo meu corpo.
­ Não temeis princesa sou só eu. ­ Disse uma voz sussurrando no meu ouvido.
Um arrepio passou pela minha espinha.
­ Jazz, tenho uma ótima e bela, maravilhosa, fantástica noticia!
Ele virou­se de frente para ele, com um sorriso nos lábios.
­ E qual a ótima, bela, maravilhosa e fantástica noticia?
­ A minha irmã autorizou que vocês ficassem connosco. Jasper! Ela confia em vocês!
Ele abraçou­me com força levantando­me do chao.
­ Oh, desculpa, tu estás bem? ­ Perguntou preocupado levantando­nos.
­ Eu estou ótima.
Ele puxou­me para ele e dobrou­se para colar os seus lábios nos meus.
Eu pus os meus braços em volta do seu pescoço e ele agarrou­se pela cintura metendo o seu corpo mais
próximo do meu.
­ Ainda bem. ­ Sussurrou.
­ Mas os problemas ainda não terminaram...
­ Eu sei, mas o pior já esta.
­ Sim mas eu não quero preocupar­me só quero o meu príncipe.
Ele sorriu­me, um sorriso genuíno e alegre.
­ Eu acho que para já não tenho nada a fazer portanto posso ficar aqui contigo.
­ A porta! ­ Lembrei­me em alarme, e se alguém nos tivesse visto?
­ Eu tranquei­a. ­ Fez­me um sorriso travesso
Eu juntei os nossos lábios num beijo profundo e doce, não queria sair dali nunca mais.
Deixei as minhas mãos brincarem com os seus cabelos loiros.
Apenas afastei os nossos lábios que se encaixavam na perfeição para ter algum ar e ele continuava a
abraçar­me pela cintura.
­ Tenho de ir.
­ Porquê?
­ Há coisas que tenho de tratar. ­ Disse­lhe.
­ Então vai bela donzela, mas não tínheis que temer pois voltaremos a encontrar­nos. ­ Disse ele e pegou
na minha mão e beijou­a.
Eu ri­me e beijei­lhe o rosto.
PDV Rosalie
Eu estava na biblioteca a ler um livro de romance quando ouvi um barulho a porta da biblioteca a ranger.
Virei os olhos para la sem grande interesse.
Deparei­me com um homem cheio de músculos a tranca a porta. Ele virou­se e eu sorri.
­ Isso e arriscado.
­ Porque diz isso vossa alteza? ­ Disse ele enquanto caminhava até mim.
Encolhi os ombros.
­ Pressentimento­ Nada, temeis, pois, já dei a volta e não está cá ninguém, só nós dois.
Sorri­lhe e virei a cadeira para ele.
­ A que devo a sua presença? ­ Perguntei
­ Queria pedir­lhe algo.
­ E o que é?
­ Eu gosto de uma pessoa, ela é a mulher mais linda que já vi, é muito inteligente e tem sangue real. Eu
gostava de conviver mais com ela mas ela só quer saber do romance que estava a ler quando a
interrompi.
­ Não e só daquele romance. ­ Disse.
­ Então ela também se interessa por algo mais?
­ Talvez.
­ Então por favor diga­me eu tenho de saber.
­ Eu gosto de um certo humano, de cabelos pretos, covinhas e cheio de músculos.
­ Quem, o vosso general?
­ Tu és burro?
­ Não.
­ Não vês que eu estou a falar de ti?
­ A serio?
­ Sim Emmett, tu encantaste­me desde a primeira vez que te vi.
Ele puxou­me para o seu abraço de urso.
E eu colei os nossos lábios num beijo intenso.
­ Espera. ­ Ele afastou­se levemente. ­ E as tuas irmãs?
­ A Bella deixa e foi a Alice que me apoiou.
­ E o teu povo?
­ A minha irmã disse que ninguém podia saber, e como tal vamos ter que estar às escondidas.
­ Para sempre?
­ Não sei.
­ Bem isso agora não tem importância, o que importa agora somos nós.
Ele voltou a beijar­me.
Agarrou­me com mais força para ficarmos o mais próximos possível
Separamo­nos com pequenos beijos.
­ Tenho de ir. Vão sentir a minha falta. ­ Disse.
­ Eu vou ter de certeza. ­ Disse ele sorrindo
­ Eu também.
­ Vai princesa havemos de nos encontrar de novo.
Beijei­lhe a ponta do nariz, peguei no meu livro e saí, com um sorriso no rosto.
Enquanto caminhava encontrei as minhas irmãs com uns sorrisos parvos nos seus rostos.
Bella PDV
­ Então manas, algo me diz que vocês já lhes contaram. ­ Falei com um sorriso ainda do Edward.
­ Talvez. ­ Disseram ao mesmo tempo.
­ Bem então temos que conversar.
­ Sobre?
­ Sobre o facto de vocês terem cuidado.
­ Com?
­ Com o que vocês vão estar a fazer com eles.­ Por amor da Deusa, nos sabemos! ­ Resmungou a Rose.
­ Eu sou vossa irmã mais velha por isso é que vos estou a avisar tenham cuidado com o que fazem.
­ Não te preocupes.
­ Têm a certeza? Meninas, isso é muito importante que vocês não façam asneiras.
­ Sim, Bells.
­ E o mesmo digo eu de ti, não somos só nós que devemos ter cuidado.
­ Mas, Rosalie, eu tenho cabeça.
­ Pois, à beira dele hás­de ter muita.
­ Alice, menos. ­ Ri­me.
­ Então vamos tratar de mais coisas para coroação? ­ Perguntou a Rose.
Fiz uma careta.
­ Dispenso.
­ Anda lá, nós precisamos de ti Bella.
­ Para?
­ Algumas coisas têm que ser vistas pelo rei, neste caso pela herdeira do trono.
­ Rainha. ­ Resmunguei.
Elas agarraram­me nas mãos e puxaram­me.
Elas, praticamente, tiveram de me arrastar todo o longo corredor até chegarmos ao salão onde estavam
já alguns materiais para a coroação.
­ Têm a certeza que precisam de 2 meses?
­ Sim, porquê?
­ Já parece tudo tao adiantado...
­ Mas acredita que não, e nunca mais chega ninguém para nos ajudar a pendurar uns enfeites.
­ Ainda bem. ­ Murmurei.
­ Perdão? ­ Perguntou a Rose.
­ Nada. ­ Sorri. ­ Do que precisam?
­ De alguém com uma escada para pendurar estes enfeites.
Revirei os olhos.
­ Que eu faça, Alice, que a herdeira faça.
­ Preciso que escolhas o menu que aches mais adequado.
­ E para isso que precisam de mim? Eu sei la o que os convidados gostam!
­ Nunca ninguém sabe isso, daí eu ter dito o que tu aches mais adequado.
Sentei­me encostada a parede com os papéis.
Entretanto ouço alguém a entrar pelo salão.
Levantei os olhos para ver quem era.
­ Precisam de ajuda altezas? ­ Perguntaram os três ao mesmo tempo.
­ Não. ­ Falei e voltei a olhar para os papéis.
­ Precisamos sim, algum de vocês tem uma escada? ­ Perguntou a Alice.
­ Eu vou buscar. ­ Disse o Jasper.
­ Mais alguma coisa? ­ Perguntou o Emmett olhando para a Rose.
­ Não obrigado. ­ Respondeu a Lice.
O Jasper voltou com a escada.
­ Quem vai subir? – Perguntou ele
­ Se não te importares. ­ Disse a Lice com um sorriso no rosto.
­ Claro que não. Mas Emmett podes segurar na escada por favor?Ele lá subiu e eu virei a minha atenção para as ementas.
­ Que tédio. ­ Resmunguei
­ Não seja assim Bellinha! ­ Ouvi a Alice dizer.
Levantei­me.
­ Onde vais? ­ Perguntou ela
­ Treinar.
­ Para quê? ­ Perguntou a Rose confusa
­ Motivos meus. ­ Disse­lhes.
­ Só por acaso já escolheste a ementa? ­ Perguntou a Alice
­ Sim, esta. ­ Entreguei­lhe o papel.
Virei costas e sai
­ Okay vai lá.




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