13 janeiro 2014

Serial Killer: Love Game

Capitulo 3
Dei os primeiros passos mas alguém prendeu-me, virei a cabeça e era um segurança.
Defendi-me e deixei-o inconsciente com uma pancada forte na cabeça e continuei o meu caminho.
Corri, rápida e silenciosamente, a procura do presidente. Andei por vários corredores e num deles ouvi passos pesados
Porcaria, cheguei tarde de mais! Peguei na arma e abri a porta com um pontapé.
Só vi o Edward com uma arma apontada à cabeça do presidente e apontei-lhe a minha.
- Larga. - Disse.
Com a outra mão disparei contra o homem que estava com ele.
- Isto vai ser sempre assim? – Questionou.
- Se te referes a estragar-vos os planos, sim. Ensinaste-me bem demais.
- Sim referia-me a isso e também já reparei nisso.
- Ainda bem. Agora, afasta-te.
- Não me parece.
- Queres levar um tiro?
- Não, mas se quiseres podemos resolver isto como nos bons velhos tempos.
- Não me parece, afasta-te.
- Muito bem se disparares eu ponho o presidente à minha frente sabes que posso fazê-lo.
- Não és rápido o suficiente.
- Queres correr o risco? Basta eu distanciar-me o quê? Uns dois centímetros e o presidente já foi.
Preparei a arma.
- Já sabes que eu disparo primeiro e faço perguntas depois. - Ameacei
- Sabes tu não eras assim.
- Nunca me conheceste verdadeiramente. Agora a afasta-te.
- Se tu quisesses mesmo matar-me, já o tinhas feito, mas não, ficaste a falar, porque não voltas?
- Queres saber porque não? Pousa a arma e vem comigo, eu conto-te, mas não penses que voltarei a hesitar em matar-te. Salvaste-me a vida uma vez, estamos quites.
- Okay.
Guardou a arma e seguiu-me.
Continuei com a arma na mão, saímos da sala e eu tranquei porta, empurrei-o contra a parede.
- Não eram tréguas? - Perguntou com o rosto encostado á parede.
- Claro, só não te esqueças que me ensinaste bem. - Como joelho afastei-lhe as pernas. - Nunca confiar no inimigo.
- Que vais fazer?
Desci as mãos pelas laterais do seu corpo á procura de armas, depois procurei nas pernas retirando-lhe as três armas e as respetivas recargas.
- Acho que te ensinei muito mais que devia.
- Shh… - Ordenei.
Guardei as armas na minha cintura.
- Não tentes nada, faz esse favor a ti próprio. Estás desarmado, podes ser mais forte, mas a minha agilidade ganha.
- Okay, agora podes contar-me, porque não queres voltar?
- Falamos em Forks. - Continuei a caminhar.
A alguém apareceu a minha frente e levou um tiro, era meu inimigo. Ele nem piou apenas seguiu-me.
Continuamos o caminho, chegamos lá fora e eu não via o helicóptero. Peguei no telemóvel e liguei para o número que lhe tinha dado.
- Podes vir.
- Não tardou a ele estar por cima de nós. Enquanto entravamos o resto da equipa do Edward apareceu, sem hesitar disparei contra todos.
- Bella! O que é que acabaste de fazer?! - Perguntou o Emmett.
- Uma parte do meu trabalho. - Respondi-lhe. - Edward entra.
Ele entrou e sentou-se lá atrás calado. Durante a viagem nenhum deles abriu a boca até aterrarmos.
- Obrigado Emm.
- Não têm de quê. – Respondeu.
- Edward anda.
Entramos no meu carro e eu pus os meus óculos de sol, começava a amanhecer. Segui em velocidade para a minha antiga casa.
- Só para saberes, deves-me um carro.
Ele apenas assentiu e continuou calado a viagem toda. Acelerei mais com raiva.
Chegámos, saímos do carro e entrámos em casa, dava para ver que ele estava meio receoso mas também curioso.
- Não te vou matar. - Resmunguei. - Pelo menos não agora. - Acrescentei para mim.
- Okay mas o que estamos aqui a fazer?
- Querias conversar, trouxe-te a minha casa, para que ninguém nos visse.
- Então vais-me responder à pergunta que te fiz na casa branca?
- Que pergunta? - Fiz-me de desentendida e sentei-me numa cadeira. (Uma das poucas coisas que tinha deixado ficar, para o caso de precisar de voltar.)
- Porque não voltas?
- Depois do que eles fizeram? – Perguntei com raiva.
- O que fizeram eles?
- Não sabes mesmo?
Ele negou com a cabeça.
- Os meus pais já pertenceram a Organização, quando eles descobriram que a minha mãe me tinha em segredo, quiseram treinar-me, quando eles recusaram, perseguiram-nos e acabaram por os matar. – Expliquei com odio na voz.
- Eu não fazia ideia.
- Devias de te informar melhor sobre os teus patrões.
Ele foi até mim e abraçou-me.
- Não preciso da tua solidariedade. - Disse friamente.
- Bella, não sejas assim comigo. É por isso que queres todos da Organização mortos?
- Sim. Tu estás incluído neles, não sei se sabes.
- E porquê? Se eu não sabia como podes culpar-me?
- Fazes parte da Organização.
- Mas eu não sabia de nada e também vou ter de pagar?
- E as vidas que já tiraste injustamente?
- Se quiser sobreviver lá dentro, tenho de o fazer, sabes bem disso.
- Sai. – Pedi.
- Não posso. – Desviou o olhar.
- E porque não?
Ele levantou-se.
- Só não posso.
- Tu amas alguém de lá? É por isso que não sais? – Perguntei com um pouco de ciúmes.
- Não
- Então o que te prende lá?
- Não posso dizer.
- Okay, eu respondi à tua pergunta mas tu não respondes à minha? Eu a pensar que podíamos ter uma conversa justa.
Ele voltou a sentar-se e bufou.
- Tenho de descobrir quem matou a minha filha. – Disse por fim, com dor na voz.
- Eu podia ajudar se concordasses em sair da organização. – Ofereci.
- Não tens os recursos da Organização.
- Não confias em mim? É isso? – Disse ofendida.
Ele revirou os olhos.
- Tens alguém lá infiltrado, não tens?
- Sais ou não? – Perguntei, desviando o assunto.
- Não posso.
- Por favor, eu ajudo-te. – Só quero que fiques comigo e não contra mim! Disse mentalmente
- Vamos fazer de conta que esta conversa não aconteceu.
- Então posso-te garantir de uma coisa, da próxima vez que nos encontrarmos vou juntar-te a tua filha para sempre e aí vais ficar a saber quem a matou, mas não vais poder vingá-los.
Ele sorriu-me.
- Tchau Bells.
- E não voltes. – Resmunguei.
- A partir de agora somos inimigos.
- Sempre o fomos. – Corrigi.
- Nem sempre. – Lembrou-me
- Prepara-te Edward, da próxima vez que nos virmos, vais ter uma bala na tua cabeça. – Ameacei.
Ele saiu batendo a porta e comecei a chorar com as mãos a taparem-me a cara. Levantei-me e sai.
Fui até ao carro e segui para a minha casa. Dei umas voltas á cidade para me distrair e depois fui para casa.
Entrei e fui-me deitar na cama de barriga para baixo com a cara encostada à almofada.
Porque é que eu não o tinha matado. Eu queria que ele desaparecesse da minha vida, mas eu não consigo parar de pensar nele.
Bufei irritada e levantei-me, liguei-o computador e fui tomar um banho. Vesti-me e sentei-me a frente do computador.
Vi uma mensagem da Alice.
Alice: Como correu?
Eu: Consegui salvar o presidente.
Alice: Ainda bem.
Eu: Pelo menos isso correu bem.
Alice: Tenho de ir, cuida-te.
Eu: Tem cuidado com o Edward.
Levantei-me, peguei no meu casaco e fui buscar algo de comer.
Voltei com uma pizza e um balde de gelado de chocolate. Sentei-me em cima da cama a ver televisão.
Eu via o filme Para Sempre Cinderela (a história da Cinderela no século XVI). Quando terminei, levantei-me e fui deitar as coisas ao lixo.
Deitei-me na cama e fiquei a olhar para o teto. Preciso de sair deste tédio
Mas o quê que poderia fazer?
Armas! Levantei-me e fui comprar munições
Quando voltei meti tudo numa mochila e fui até à floresta para poder disparar sem problemas.
Entrei no carro e acelerei. Conduzi para o interior da floresta. Saí e peguei numa arma.
Disparei contra uma árvore. Fiquei sem munições nessa e peguei noutra e voltei a disparar até esta também ficar sem munições.
- Vou tentar ter de ir comprar mais. - Resmunguei.
Fui recarregar essas duas para voltar a disparar e ver se eu acabava com esta depressão.

Enquanto procurava munições vi algo caído no meu carro
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Desculpem a demora meus fofinhos, mas há muitas complicações que estamos a tentar resolver, até lá, paciência = )

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O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
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