10 maio 2014

Serial Killer: Love game

Capitulo 4
Olhei e vi uma pulseira com um nome escrito nela. Peguei nela, Dani, virei-a ao contrário, para o pai com amor.
Eu olhei para todos os lados e não via ninguém. Talvez ele tenha deixado cair sem se aperceber Guardei a pulseira no bolso e voltei a disparar contra uma árvore.
Depois cansei-me e entrei no carro, por momentos, fiquei parada. Tirei a pulseira do meu bolso e olhei-a mais uma vez.
Como teria sida a vida dele? E a filha? E se ele teve uma filha, será que também mataram a mãe dela?
Talvez tenha morrido naturalmente... Ele se calhar não voltou a amar nunca quando elas morreram. Suspirei, o que vou fazer com a minha vida? Estou dividida a meio.
Liguei o carro e acelerei. Parei na minha antiga casa não sei porquê, mas senti que tinha de ir lá. Subi apenas para ver as vistas. Olhava a janela quando senti a porta a abrir-se
Agarrei na arma nas minhas costas e virei-me, apontando-a para a minha visita.
- Calma, só te vim perguntar se não deixei uma pulseira aqui ou no teu carro.
- Isto? - Mostrei-lhe a pulseira.
- Dá-ma. - Pediu e deu um passo.
- Quieto, primeiro, armas para cá.
Ele revirou os olhos e deu-me duas armas para a mão.
Guardei-as na minha cintura, baixei ligeiramente a arma e mandei-lhe a pulseira.
Ele apanhou-a.
- Obrigado por a teres guardado.
- De nada, agora, sai da minha casa, antes que leves um tiro.
- Bella, estou a dever-te, por teres guardado a pulseira. – Sorriu tristemente. - Adeus.
Revirei os olhos e voltei-me para a janela observando-o partir. O meu coração parecia apertar-se enquanto ele continuava o seu caminho mas não sabia porquê.
Ainda tinha a arma na mão, podia...bastava uns segundos...ele não iria reparar e todas estas confusões terminavam...
Mas não, não consigo imaginar estar em missão tentar parar a Organização e não ser ele a tentar impedir-me.
Suspirei. Tenho de me ir embora, pensei, ele pode aparecer com alguém. Fui para o meu carro e vejo uma mensagem no para-brisas.
Peguei nela e abri:
Nao te preocupes, eu vou arranjar-te algo de jeito e com mais velocidade para ti.
EC.
Revirei os olhos e mandei o papel para o chão.
- Não preciso de nada dele. - Resmunguei. - Ainda me dá um carro com GPS apenas para me apanhar. - Continuei a falar sozinha enquanto ligava o carro.
Segui para minha casa furiosa, fazendo uma pequena paragem no hipermercado para comprar o almoço. Fui buscar uma lasanha para aquecer no forno e mais uma caixa de gelado.
Amanhã teria de roubar alguém, embora fosse a minha única fonte de rendimento, eu não gostava de o fazer. Fui para casa e meti a lasanha a aquecer. Peguei num sumo que tinha para lá e pus num copo.
A lasanha aqueceu e comecei a comer. Enquanto comia, lembrei-me que a Alice costumava mandar mensagem por volta desta hora e fui buscar o computador.
Abri e vi uma mensagem dela.
Alice: Ele mal fala comigo, a única coisa de que ele sabe falar e trabalho.
Eu: Mas ele quem?
Alice: És uma esquecida! Edward.
Eu: Okay mas ele desconfia que eu tenho alguém infiltrado na organização.
Alice: não te preocupes.
Eu: Okay. Algo novo?
Alice: Eles vão voltar a ir atras do presidente, amanha. Desta vez, eu vou.
Eu: Okay, a que horas?
Alice: Amanha digo-te, tenho de ir, cuida-te.
Eu: tu também.
Lavei as coisas e fui-me deitar. Amanhã ia ser um longo dia. Acordei a meio da noite e ouvi o som do computador.
Levante-me sonolenta e caminhei até lá.
Vi uma mensagem anónima:
Anom.: Andas a ficar descuidada
Eu: Quem és?
Anom. Isso agora.
Eu: O que sabes sobre mim para dizeres isso?
Anom.: Tudo, toda a gente te conhece.
Eu: Não. Ninguém sabe nada sobre mim.
Anom.: Aqui sabemos.
Eu: Não sei quem és mas quando descobrir vou matar-te.
Anom.: Se quiseres perder a tua infiltrada
Eu: Não te atrevias.
Anom.: Não sabes só que sou capaz, não me conheces.
Eu: O que queres de mim?
Anom.: Para de te meter com a Organização.
Eu: A organização vai pagar o que me fez passar
Anom.: Se tens coragem bem enfrentar-me aqui.
Eu: Eu não sou parva para ir até aí e cair numa armadilha.
Anom.: Talvez arranjas motivos para cá aparecer.
Eu: Que vais fazer?
Anom.: Já disse que sei tudo sobre ti, a tua paixão proibida, a tua infiltrada, onde vives…
Eu: 1º tu não sabes tudo sobre mim, 2º eu já não moro no mesmo sítio e 3º tu não tentes tocar nela.
Anom.: Sei tudo sobre a tua nova casinha.
Eu: Como podes saber.
Anom.: Camaras, meu amor.
Eu: Tu não me chamas meu amor, percebeste?
Anom.: Claro coração.
Eu: Nem coração. Porque não chamas isso à tua mãe ou alguma coisa assim.
Uma luz acendeu- se na minha mente e teclei.
Eu: Desmascaraste-te Jacob, e podes ter a certeza que vou enfiar uma bala na tua cabeça.
Anom.: Tu és tão esperta paixão.
Eu: E sei torturar.
Anom.: Então vais querer sempre te encontrar aqui comigo?
Eu: Não tens coragem de vir a minha casa?
Anom.: Sabes eu ao contrário do Edward, só posso sair quando tiver uma missão porque fui apanhado. Por isso se quiseres a tua infiltrada inteira e sem um único arranhão vem até cá e enfrenta-me.
Eu: Foste apanhado?
Anom.: Sim.
Eu: O que é que fizeste?
Anom.: Foi quando ia contigo.
Eu: Temos pena.
Anom.: Não tem mal porque como tu não queres a tua amiga magoada tu vens ter comigo.
Eu: depois de amanha eu estou aí
Anom.: Mal posso esperar para te voltar a ver, tenho de ir agora, amo-te.
Bufei, vais ver o amo-te. Mal sabe ele que eu vou aparecer amanha, depois de vir do presidente.
Desliguei o computador e voltei a dormir para ter energia para salvar o presidente e acabar com o Jake de uma vez por todas. Tenho de tirar a Alice de lá, se ele a descobriu mais gente já pode saber.
Acordei arranjei-me e preparei tudo para ir outra vez para a casa branca.
- Emmett, preciso de mais uma boleia, ajudas-me?
- Sim Bella, ajudo. Quando estás cá?
- Digo-te mais logo, ainda não sei a que horas é.
- Okay até logo.
Desliguei e ouvi outra vez o meu computador, só espero que não seja o Jake senão ele vai ficar castrado.
Alice: 8h durante o jantar.
Eu: Okay agora afasta-te do Jake a todo o custo.
Alice: porquê?
Eu: Confia em mim, eu não sei como mas ele descobriu.
Alice: e se ele contou a mais alguém?
Eu: calma, hoje vou atacar o vosso lindo casulo, vens comigo.
Alice: Okay.
Eu: vou preparar as coisas, prepara-te.
Alice: Okay vemo-nos logo.
Desliguei o computador e peguei no casaco. Vamos lá roubar alguém, de preferência, alguém milionário com um cartão de crédito.
Saí de casa e andei pelas ruas à procura de um alvo. Passaram-se horas e nada. Não estava a conseguir, se eu estivesse na praia era mais fácil.
Então, como milagre, a minha frente, passou um empresário, distingui-o pelo fato e a mala que levava na mão. Segui-o sem que ele se apercebesse, este caminhou até a uma rua escondida onde estava uma carrinha branca.
Senti uma arma nas minhas costas, continuei a andar sempre em frente até à carrinha e entrei.
- Olá Bella. - Ouvi a voz do Edward.
Sentei-me com as mãos atrás das costas enquanto a carrinha se começava a móvel.
- Ultimas palavras?
- Ultimas palavras? – Questionei. – Não tão facilmente.
Agarrei a arma nas minhas costas e disparei contra o tipo do meu lado esquerdo, levei o meu cotovelo a cara do que estava a minha direita.
Enquanto ele recuperava, disparei contra a sua cabeça, senti uma arma ser encostada as costas do meu acento e uma mão no meu pescoço.
Apontei a arma para o Edward e agarrei na faca escondida nas minhas all star e espetei-a na mão que me apertava o pescoço.
Em seguida rasguei o pescoço dele deixando apenas vivo o Edward.
- Nunca me subestimes. – Ameacei.
- Já me podes-te matar e não fizeste. – Falou.
- Então é melhor não me demorar antes que falhe.
Preparei a arma, tu consegues Bella, é só premir o gatilho.
- Então fá-lo, mas por favor apenas descobre quem matou a minha filha. – As palavras dele atingiram-me com força.
- Edward, para a carrinha. – Ordenei, as mãos começaram a tremer-me.
- Espera então tu não...
- Não. Agora despacha-te.
Ele parou e eu saltei para fora da carrinha. O ar fresco clareou-me as ideias.
Ouvi o som dele a sair.
- Onde estamos? - Perguntei-lhe, olhando em volta.
- Perto de tua casa, íamos la deixar o teu cadáver.
- Então porque não me mataste e ficavas sem problemas para o resto da tua vida? – Quis saber.
- Ainda vou a tempo.
- Então o que esperas?
- Porque é que TU não me mataste?
Aquela pergunta deixou a pensar o lhe responderia? Era sempre um misto de emoções.
- Apenas porque não tenho a certeza se me vales mais vivo ou morto.
Ele aproximou-se de mim, ele era grande e eu sentia-me pequena agora perto dele.
- Como assim?
- O que será que a Organização me da por ti? – Tentei manter a voz firme mas tinha ligeira impressão de que não era muito convincente.
- Nada. Eles querem o Jake.
- És o melhor agente deles. - Revirei os olhos. - Espera aí, o que é que eles querem com o Jacob?
- Querem que ele me substitua porque dizem que querem dar oportunidade aos outros de te tentarem apanhar e/ou matar.
Comecei a rir-me.
- Isso é impossível.
 Tentei a todo o custo parar de rir, ele não achava tanta piada como eu ao facto de ir perder a posição dele.
- Eles perderam mesmo as estribeiras comigo não? Querem substituir o melhor agente, para me apanhar? Se tu não consegues e fomos amigos!
- Sim mas o Jake está para lá de amigos, pelo o que ele me disse.
Bufei.
- Já te disse que todos lá dentro são meus inimigos. – Se havia alguém que não estaria a conspirar com, seria com o Jacob.
- Sim, mas pelo que ele me disse, tu já estiveste no quarto dele, para passares a noite com ele. - Disse mas na sua voz reparei num certo nojo.
- Exatamente, eu até lá entrava sem ser vista, poupa-me Edward! – Revirei os olhos para que ele não visse a raiva que crescia dentro de mim.
- Não, ele disse enquanto tu ainda estavas lá.
Revirei os olhos.
- As minhas missões eram quase todas a noite, eu chegava mesmo bem a "casa". – Fiz aspas com as mãos.
- Sim, eu também não acreditei muito nisso.
- Não parece. – Cuspi as palavras, ele devia conhecer-me!
- Porque dizes isso?
Encolhi os ombros.
- Qual de nós vais completar a sua missão? – Perguntei, parando com aquele assunto.
- Acho que vou ser eu.
- Tens a certeza? – Ergui a sobrancelha, será que ele nunca aprende.
- Desta vez, vou vencer. – Falou convencido disso.
- Desculpa, mas eu só vou partir depois de acabar com vocês. - Dito isto, dei-lhe um soco no maxilar.
Ele agarrou-me e prendeu-me nos seus braços.Levei o meu joelho direito ao meio das pernas dele. Ele soltou-me e curvando-se por causa da dor.
 Pus o meu braço a volta do pescoço dele e apertei, aos poucos ele foi perdendo os sentidos.
Eu queria que ele como todos os outros na organização, excetuando a Alice, pagassem mas algo me impediu de acabar com ele de vez. Virei-o e tirei-lhe as armas, depois as chaves do carro. Meti-o na carrinha e comecei a conduzir em direção à outra casa.
Arrastei-o até o quarto, o que não foi fácil, sentei-o numa cadeira e amarrei-o. Ele estava a demorar em acordar então, mandei-lhe um copo de água à cara.
Ele cuspiu a água e levantou a cabeça. Havia uma nodoa negra a formar-se no sitio onde eu acertei.
- Como? Onde? – Disse desnorteado.
Ele olhou para mim e fez-se luz.
- Solta-me Isabella. – Ordenou.
- Não me apetece.
Ele tentou soltar-se.
- Não vais conseguir. - Avisei.
- Eles vão-me encontrar, não vai tardar muito.
- Eu já não vou estar aqui. – Encolhi os ombros e fiz menção de me afastar, mas as palavras seguintes dele pararam-me.
- Bella, porquê estes jogos? Diz-me a verdade, porque ainda não acabaste comigo de vez?
- É o jogo é mais divertido contigo nele. – Menti.
Ele baixou a cabeça.
- Diz-me o Jake falou-te algo? – Perguntei, tinha de saber.
- Solta-me e eu respondo-te.
- Não.
- Vais ficar sem saber nada. – A curiosidade era sem dúvida o meu ponto fraco, não podia ficar sem respostas…
- Pronto, eu solto-te mas não tentes nada. – Avisei.
Desprendi-lhe as mãos e peguei na minha arma.
- Obrigado, agora que queres saber ao certo?
- Ele contou-te algo?
- Sim disse que tu o amas.
Bufei.
- Perdidamente. - Ironizei.
- Pois, escusas de esconder.
- Ciúmes Edward? – Provoquei.
- Por que raio haveria de os ter?
- Oh sei lá!
Eu aproximei-me dele, desta vais mais alto do que ele que estava sentado.
- Porque será que ainda não me mataste? – Questionei.
- Porque...
- Sim?
Ele arrastou a cadeira, afastando-se de mim.
- Diz-me.
Ele levantou-se.
- Pela nossa antiga amizade. – Respondeu.
- Ah Okay. - Disse e sorri-lhe.
Não sei porquê mas fiquei desiludida. Virei-lhe costas e caminhei para a porta, já não queria jogar a isto com ele.
El  agarrou-me os braços.
- Porque e que ainda não me mataste?
- Porque...
- Não vais dizer que e porque fomos amigos, já deixaste bem claro que somos inimigos.
- Eu...
Ele largou-me e afastou-se, com raiva, agarrou uma cadeira e mandou-a contra a parede.
- Porque e que tudo tem de ser complicado?
- Que queres dizer? – Disse um pouco desnorteada.
- Tudo. - Olhou-me nos olhos. - Desde de quando e que nem um com o outro podemos falar?
- Não sei.
- Eu também não.
Ele aproximou-se de mim. e tocou-me na face
- Não te consigo esconder. – Sussurrou.
- O que? - Perguntei extasiada.
- Sim, eu fiquei com ciúmes, quando o Jake disse que te tu o amavas porque... eu....

De repente a porta abriu-se, agarrei na arma e virei-me. Entrou o Jacob com alguns homens da organização e cercaram-nos.

************************************************************
Oi, gente linda!
Finalmente mais um capítulo!!
sejam fofos (e fofas) e comentem plz!!!




Sem comentários:

Enviar um comentário

O mais simples dos comentários, dá força á autora para continuar a historia por mais um capitulo e com cada vez mais entusiasmo.
Só demora 1 minuto (e não faz o dedinho cair!) e alegra o nosso lindo e fraco coração = ) Se leu comente!
#Os insultos serão imediatemente eliminados#